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*Vídeo: ParaibaOnline
O secretário de Saúde de Campina Grande, Dunga Júnior, afirmou em entrevista à Rádio Caturité FM que o Governo do Estado da Paraíba possui uma dívida de R$ 8 milhões com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do município. Segundo ele, a situação exige diálogo institucional e afastamento de disputas políticas para garantir o funcionamento adequado do Sistema Único de Saúde (SUS).
“O governo do Estado deve R$ 8 milhões ao Samu de Campina Grande. Precisamos sentar à mesa sem as bandeiras políticas, sem as guerras políticas”, declarou o secretário. Para Dunga Júnior, o debate deve envolver não apenas os gestores, mas também os órgãos de controle social. “É preciso levar essa discussão à Câmara de Vereadores e ao Conselho Municipal de Saúde, que tem um papel fundamental”, reforçou.
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Durante a entrevista, o secretário explicou que há divergências em relação ao modelo de regulação proposto pelo Estado. Segundo ele, a intenção do governo estadual era atuar como regulador em Campina Grande, mas a experiência não teve bons resultados em outras cidades. “O Estado queria fazer uma participação em Campina como regulador. Em João Pessoa não deu certo, e nós precisamos visar o SUS e quem mais precisa”, afirmou.
Dunga Júnior também criticou a falta de sintonia entre as regulações estadual e municipal. “O Estado fez convênio com hospitais, ele regula, mas nós não pactuamos com essa regulação dupla que ele quer. Não há sintonia”, explicou.
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De acordo com o secretário, esse modelo pode gerar distorções no atendimento. “O mesmo paciente pode ser regulado pelo Estado e pelo município, o que cria conflitos e ineficiência no sistema”, alertou.
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