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*Vídeo: ParaibaOnline
O secretário de Saúde de Campina Grande, Dunga Júnior, concedeu entrevista à Rádio Caturité FM e afirmou que os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no município têm pleno acesso a consultas, exames e medicamentos. Segundo ele, a rede municipal de saúde funciona de forma integrada e com todos os equipamentos em atividade desde as primeiras horas do dia.
“Hoje, nós estamos com as nossas UBSs funcionando, nós estamos com todos os nossos equipamentos, como as duas UPAs, a UPA Dinamérica e a UPA Alto Branco, nós estamos com o Hospital Pedro I, o Hospital Dr. Edgley, o ISEA, o Hospital da Criança, o Semais, o Hospital de Amor, todos esses equipamentos trabalhando, funcionando e atendendo pessoas”, destacou o secretário.
Dunga Júnior reforçou que o resultado do trabalho desenvolvido ao longo de 2025 já pode ser sentido pela população. “Hoje, pleno acesso a consultas, exames e medicação”, afirmou, ao avaliar o funcionamento atual da Secretaria Municipal de Saúde.
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Durante a entrevista, o secretário também explicou mudanças recentes na política nacional de distribuição de medicamentos do SUS, que impactaram a rotina das unidades básicas.
“O governo federal determinou que várias medicações que antes eram dispensadas nos postos de saúde passassem a ser retiradas nas farmácias populares. Medicamentos para hipertensos, cardiopatas, fraldas descartáveis e até absorventes hoje estão sendo distribuídos pela Farmácia Popular”, explicou.
Segundo Dunga Júnior, isso significa que, em muitos casos, o médico prescreve o medicamento na UBS e o usuário precisa se dirigir à Farmácia Popular para ter acesso ao item. Ele reconheceu que a mudança exigiu um período de adaptação.
“Como isso foi feito com o sistema andando a 200 por hora, nós tivemos problemas de comunicação com a população. Estamos trabalhando essa adequação para esse novo processo”, pontuou.
O secretário admitiu que, pontualmente, podem ocorrer faltas de alguns medicamentos na atenção primária, mas garantiu que o município tem buscado alternativas para suprir essas demandas.
“Nós temos algumas faltas de medicamento na nossa atenção primária, mas temos como suprir dentro da Farmácia Popular”, afirmou.
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