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*Vídeo: ParaibaOnline
As demissões e o encerramento de contratos na rede municipal de saúde de Campina Grande, registrados no início deste ano, têm gerado dúvidas e preocupação entre profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em entrevista à Rádio Caturité FM, o secretário de Saúde, Dunga Júnior, explicou que as medidas fazem parte de uma reestruturação administrativa e seguem critérios legais e técnicos.
De acordo com o secretário, todos os contratos de prestadores de serviço da Secretaria de Saúde possuem validade de seis meses e, por esse motivo, foram encerrados em dezembro.
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Dunga Júnior ressaltou que, apesar do impacto causado pelas demissões, os serviços essenciais foram preservados. “Em janeiro, nós contratamos apenas o essencial: hospitais, UPAs e UBS, tudo aquilo que não pode parar”, explicou. Segundo ele, a medida foi necessária para permitir uma reorganização interna da pasta no início do ano.
A retomada das contratações está prevista para fevereiro e ocorrerá de forma gradual. “A partir de fevereiro, devido a essa remodelagem que está sendo feita na saúde, nós teremos a contratação dos prestadores de serviço de acordo com a necessidade”, destacou o secretário.
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Outro ponto central das mudanças é a atuação de uma consultoria externa, contratada pelas secretarias de Finanças e de Administração, para avaliar e otimizar o funcionamento da Secretaria de Saúde. “Já estamos recebendo alguns resultados desses relatórios, que vão orientar ajustes nos serviços com base na demanda da população e na posição geográfica do município”, afirmou Dunga Júnior.
Segundo o secretário, o objetivo da consultoria é tornar o sistema mais eficiente e equilibrado, levando em conta a realidade local. “Campina Grande tem cerca de 440 mil habitantes, mas mais de 600 mil cartões do SUS. Essa diferença exige planejamento e decisões responsáveis”, pontuou.
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