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Faleceu nesta quinta-feira (15) o empresário e ex-presidente da Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria e do Sindicato de Panificação e Confeitaria de Campina Grande, Sérgio Romero Vasconcelos Catão, aos 78 anos. Ele estava internado em Natal, Rio Grande do Norte, onde vinha recebendo cuidados médicos, e morreu poucos dias antes de completar 79 anos.
Natural de João Pessoa, onde nasceu em 17 de janeiro de 1947, Sérgio era filho de Isaac Ferreira Catão, industrial no ramo de panificação, e de Maria Amélia Vasconcelos Catão. Radicado em Campina Grande desde a infância, construiu na cidade uma trajetória marcada pelo trabalho, pela dedicação ao ofício e pelo compromisso com a coletividade.
Formado em Engenharia Civil em 1969, aos 22 anos, iniciou sua vida profissional no serviço público. Em 1970, por indicação do diretor da Politécnica, Lynaldo Cavalcanti, passou a integrar a Prefeitura de Campina Grande como engenheiro da Secretaria de Viação e Obras Públicas, chegando a assumir a titularidade da pasta. Também exerceu, de forma interina, as secretarias de Administração e de Serviços Urbanos, desligando-se da gestão municipal em 1973.
Na iniciativa privada, iniciou a trajetória empresarial na Padaria Continental e, em 1968, fundou a S. Catão & Cia Ltda. Em 1972, tornou-se sócio da tradicional Panificadora Rainha das Neves, localizada ao lado do CAD, da qual passou a ser único proprietário em 1992, encerrando suas atividades em 2005. À frente do empreendimento, consolidou-se como uma das figuras mais respeitadas do setor em Campina Grande.
Sérgio Catão teve atuação destacada no movimento classista, presidindo a Associação dos Industriais de Panificação e Confeitaria e o Sindicato de Panificação e Confeitaria de Campina Grande. Também integrou o Conselho da FIEPB e o SENAI-PB, contribuindo para o fortalecimento do setor e para a valorização dos profissionais da área.
Na Associação Comercial de Campina Grande, foi vice-presidente entre 1982 e 1984 e presidente de 1984 a 1986, período marcado pela expansão do quadro de associados e pela aquisição de parte do Palácio do Comércio. Em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento da cidade, recebeu o título de Cidadão Campinense.
Fora do ambiente empresarial, era reconhecido pela generosidade, pela cordialidade e pela alegria no convívio com amigos, colaboradores e clientes. Sua morte deixa consternados familiares, amigos e toda a comunidade que acompanhou sua história e legado de empreendedorismo.
A família ainda não divulgou informações obre o velório.
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