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Paraíba
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
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A passagem do ano em algumas cidades da Paraíba foi marcada por intercorrências durante a tradicional queima de fogos. Em João Pessoa e Cabedelo, o espetáculo pirotécnico não ocorreu conforme o planejado, gerando reações do público.
Na capital paraibana, o show pirotécnico estava programado para durar oito minutos, com utilização de artefatos de baixo ruído, em um serviço orçado em R$ 900 mil. Entretanto, o espetáculo passou por várias interrupções.
Em esclarecimento à imprensa, o diretor executivo da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Marcus Alves, atribuiu o problema a uma falha técnica.
“Foi uma falha técnica em uma das balsas, um incidente que aconteceu, mas nós já notificamos a empresa, já tomamos os protocolos administrativos normais. Infelizmente foi um problema técnico que aconteceu, mas já está superado”, disse.
Já em Cabedelo, onde a queima de fogos estava prevista para cerca de dez minutos, também com baixo ruído, o prefeito interino Edvaldo Neto (Avante) explicou que a execução ocorreu de forma diferente do planejado por questões administrativas herdadas da gestão anterior.
“Houve a queima de fogos, no entanto, os fogos não foram embarcados em virtude do antigo prefeito não ter feito o processo licitatório para a aquisição dos fogos e a locação das balsas”, afirmou.
Segundo Edvaldo, a atual gestão tentou reverter a situação às vésperas do réveillon, mas encontrou limitações.
“Nas últimas horas do fim do ano nós conseguimos fazer esse processo, mas nós não conseguimos o número de duas balsas para poder embarcar os fogos tanto de Formosa quanto de Intermares”, explicou.
O prefeito interino destacou ainda que a decisão sobre a forma de execução considerou as orientações da Defesa Civil.
“Ouvindo o pessoal da Defesa Civil, nós optamos em colocar os fogos embarcados em Cabedelo porque a faixa de areia é bem menor e nós colocamos em Formosa no centro de Cabedelo”, argumentou.
Em relação à praia de Intermares, Edvaldo detalhou que os fogos precisaram ser posicionados em terra.
“Em Intermares, em virtude da faixa de areia ser maior, nós colocamos os fogos em terra. Houve a queima de fogos em Intermares, mas dessa forma”, concluiu.
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