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Foto: Ascom
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Nesta terça-feira (11), o deputado estadual Sargento Neto (PL), que também é especialista em Recursos Hídricos, fez um alerta sobre a situação de um reservatório da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) localizado no bairro Santa Rosa, em Campina Grande.
A preocupação surge após o rompimento de um reservatório da Companhia no último sábado (08), que culminou na morte de Maria do Socorro Leal Teixeira de Araújo, de 62 anos, deixou outras duas pessoas feridas e causou grande destruição nos bairros da Prata e Centenário.
O episódio provocou o debate sobre as condições estruturais dos reservatórios instalados em diferentes bairros da cidade.
Em entrevista à imprensa, o parlamentar lamentou a tragédia e cobrou mais firmeza na fiscalização.
“Nós lamentamos pela morte de uma senhora que estava em sua residência, mas isso comprova a falta de compromisso do Governo do Estado com a fiscalização. Foi necessário contratar uma empresa para fazer esse monitoramento das estruturas desses reservatórios, e isso é inadmissível”, afirmou.
Sargento Neto também chamou atenção para a falta de manutenção adequada ao longo dos anos.
“Tem reservatórios que estão há quase cinco décadas em funcionamento. Estruturalmente falando, quando se faz a manutenção, eles podem durar de 25 a 40 anos, mas quando não se tem esse cuidado, não há previsão de durabilidade”, explicou.
O deputado informou ainda que já apresentou um requerimento solicitando ao Governo do Estado uma fiscalização mais efetiva, com a presença de engenheiros e técnicos especializados para avaliar as estruturas.
“A gente vai cobrar. Já tem um requerimento de nossa autoria exigindo que essa vistoria seja feita de forma técnica e transparente”, reforçou.
O parlamentar fez um alerta grave sobre a situação do reservatório da Cagepa no bairro Santa Rosa.
“Um relato bem sério que quero fazer é sobre o reservatório R-9, no bairro Santa Rosa, que está em situação pior do que o que se rompeu. A vida do campinense e do paraibano deve ter valor e não preço. Não se pode economizar recursos quando o que está em jogo são vidas”, concluiu.
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