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Começou a ser votado, no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal, o recurso da defesa do ´padre´ Egídio de Carvalho Neto que
busca a sua soltura.
Primeira a votar, na condição de relatora do recurso, a ministra Cármen Lúcia afirmou que “a prisão preventiva se justifica em razão da periculosidade do agravante, consideradas a gravidade concreta da conduta imputada e a necessidade de desarticular a organização criminosa, que seria por ele comandada”.
Os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin referendaram o voto da relatora.
Ao se observar o processo (escândalo do Hospital Padre Zé, em João Pessoa), remanesce uma dúvida: quem está bancando a renomada banca de advocacia de São Paulo que defende o ´padre´ Egídio no STF?
*Notas da coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
Para ler a edição completa deste sábado, acesse aqui.
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