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Foto: Codecom-CG/Arquivo
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*Vídeo: ParaibaOnline
O presidente do Sindicato de Bares, Restaurantes, Hotéis e Similares de Campina Grande (SindCampina), Divaildo Júnior, anunciou uma mudança na forma como a taxa de ocupação da rede hoteleira será divulgada após eventos na cidade. Em entrevista à rádio Caturité nesta quarta-feira (26), ele explicou que os números serão divulgados apenas no pós-evento, com base em dados reais, e não mais por projeções antecipadas.
“Foi decidido, de comum acordo com os empresários, que, a partir de agora, vamos fazer a coisa correta, técnica. Vamos realizar uma reunião de avaliação após cada evento importante e divulgar a média de ocupação do período que passou”, explicou Divaildo Júnior. Segundo ele, a iniciativa visa garantir mais precisão e credibilidade às informações sobre o setor turístico da cidade.
A mudança, segundo o presidente do SindCampina, surgiu de uma necessidade do mercado local. Ele destacou que a divulgação de projeções antecipadas gerava uma percepção errada sobre a lotação dos hotéis, o que poderia prejudicar as vendas, especialmente em eventos de grande porte, como o São João.
“A ideia de que Campina Grande estaria sempre lotada, principalmente no período de São João, fazia com que algumas pessoas deixassem de pesquisar preços ou de fazer reservas. Criou-se aquele oba-oba do dia 23, 24 de junho, de que nem valia mais a pena procurar hotel na cidade porque já estaria tudo lotado. Estamos desmistificando isso. Vamos trabalhar com dados concretos justamente para tentar elevar as vendas durante todo o mês de festa”, afirmou.
A nova metodologia seguirá padrões utilizados em outras cidades do Brasil, garantindo que os dados sejam mais fiéis à realidade do mercado. “No primeiro ano pode causar uma certa estranheza, mas depois entra no automático e as coisas continuam caminhando da forma como deve ser”, pontuou Divaildo Júnior.
Além disso, o sindicato pretende analisar fatores econômicos, como a inflação e o desempenho da economia nacional, para projetar a demanda futura com mais precisão. “Nós vamos fazer uma avaliação do período anterior e tentar fazer uma projeção baseada no cenário econômico do país, levando em conta se a economia está aquecida ou não”, explicou.
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