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Foto: Ascom/Campinense
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Mesmo tendo encerrado suas atividades, o Campinense voltou ao noticiário neste meio de semana, de forma negativa. É que o vice-presidente William Simões assumiu, de forma interina, a presidência do Campinense depois do afastamento preventivo e provisório do presidente Flávio Torreão e do diretor Wellington Monteiro.
A decisão foi do Conselho Deliberativo em sessão extraordinária realizada na quinta-feira. Simões ficará responsável pela condução administrativa da Raposa até o dia 1º de julho, quando o Conselho voltará a se reunir para decidir se os dirigentes serão destituídos em definitivo, reconduzidos aos cargos ou permanecerão afastados.
William Simões esteve à frente do Campinense entre 2011 e 2018, período marcado por conquistas como alguns títulos de Campeonato Paraibano e o troféu de campeão da Copa do Nordeste 2013.
Simões retornou aos bastidores do rubro-negro em setembro do ano passado, quando foi eleito vice-presidente na chapa de Flávio Torreão.
O afastamento foi motivado por uma série de denúncias e cobranças feitas pelo Conselho contra a atual gestão. Entre os pontos citados estão atrasos salariais de funcionários, ausência de prestação de contas, omissão de dívidas e denúncias envolvendo patrimônio do clube.
Segundo o documento, Flávio Torreão teria confirmado a existência de salários atrasados e prometido quitar os débitos com recursos oriundos de patrocínio da Prefeitura Municipal de Campina Grande, algo que, segundo o Conselho, não ocorreu.
A resolução aponta ainda a suposta omissão de uma dívida de aproximadamente R$ 250 mil com um escritório de advocacia, além da não apresentação de relatórios financeiros solicitados pelo próprio Conselho Deliberativo.
Apesar do afastamento imediato, a decisão ainda não representa a saída definitiva dos dirigentes. Flávio Torreão e Wellington Monteiro terão até o dia 20 de junho para apresentar defesa formal ao Conselho Deliberativo.
Traição
Afastado da presidência do Campinense após reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do clube, Flávio Torrão concedeu entrevista à imprensa nesta sexta-feira. O dirigente lamentou o ocorrido e disse que seu afastamento foi uma manobra ” “orquestrada” e que foi “apunhalado pelas costas” por dirigentes da Raposa.
“Recebi a notícia com muita perplexidade, com muita tristeza. Não esperava, de fato, um afastamento desse modelo, feito da maneira que foi, meticulosamente desenhado e orquestrado da forma que foi feito. Para você ter ideia, a reunião terminou e cerca de 10 minutos depois já tinha uma nota pronta para ser publicada”, comentou em entrevista.
Com informações adicionais do ge
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