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Foto: Ascom/Flamengo
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Samuel Lino, enfim, parece ter deixado seus rótulos para trás e recuperado a confiança. Em fase artilheira no Flamengo, tem sido peça importante para o técnico Leonardo Jardim e foi aplaudido pelos mais de 62 mil torcedores ao ser substituído na vitória por 3 a 0 sobre o Remo, ontem, no Maracanã.
O atacante custou quase R$ 200 milhões ao RubroFlamengo somando luvas, impostos e comissões. Ex-Atlético de Madri, ele chegou com o rótulo de “contratação mais cara da história do clube”, algo que parece ter lhe gerado um peso.
Após um início empolgante, ele caiu de rendimento e viu as cobranças e a concorrência aumentar, sendo preterido em muitos momentos pelo ex-técnico da equipe Filipe Luís.
Porém, este ano o Flamengo contratou Lucas Paquetá, que custou cifras ainda maiores e ocupou o posto. E a mudança, aparentemente, deixou Samuel Lino mais leve.
Os dribles voltaram a sair e bola passou a entrar. Nos últimos cinco jogos, por exemplo, fez três gols e deu uma assistência, sendo que quatro destas partidas foram já sob o comando do novo técnico, Leonardo Jardim.
“É muito bom fazer o gol para ajudar a equipe a chegar a mais uma vitória. Depois de uma temporada de muitas conquistas, não começou como esperávamos. A gente sabia que iríamos nos recuperar e as vitórias iriam acontecer, mas aconteceu a mudança. Mudou a intensidade, disse Samuel Lino, ao Premiere.
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Após a vitória sobre o Remo, o português revelou uma orientação tática dada aos pontas que pode ter ajudado a Samuel Lino a ingressar nesta fase artilheira.
“Temos preocupação, não só com o Lino, mas com todos os pontas. Hoje foi o Araújo. O Cebolinha entrou. Já jogou o Paquetá, o Plata também, o Carrascal. Tínhamos uma preocupação de preenchimento da área. Quanto mais jogador colocamos na área, temos chance de a bola cair nos nossos pés. Se vamos pensar que só o atacante entra na área, uma equipe do Flamengo que cria muito, vamos enfrentar quatro adversários contra um nosso.
Procuramos que os jogadores preencham a área. O Lino vem percebendo isso. O Araújo já estava por dentro. O rebote cai nos pés dele (Luiz Araújo) porque estava na área, se não estivesse encostado na linha, não teria feito o gol (o terceiro sobre o Remo). É uma ideia mais coletiva, não só para o Lino”, afirmou Jardim.
* BRUNO BRAZ E IGOR SIQUEIRA (UOL/FOLHAPRESS)
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