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Foto: Ascom/Fluminense
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Na matemática da polarização entre Palmeiras e Flamengo, a rodada do Campeonato Brasileiro favoreceu a terceira via: o Fluminense.
Se os dois primeiros colocados derraparam mais uma vez, não conseguindo mais do que empates que deixam estagnada a distância entre eles, o tricolor de Luís Zubeldía reagiu e voltou a se aproximar.
Na boca do “povo”, só se fala em Palmeiras e Flamengo, mas as contas permitem que o Flu não seja considerado “carta fora do baralho”. Ainda mais em um campeonato em que as vitórias criam gorduras em relação ao disputadíssimo pelotão intermediário.
Olhando só para a briga entre os dois primeiros colocados, o Palmeiras empatou nas últimas três rodadas. O Flamengo só conseguiu reduzir a diferença em duas delas.
Por isso, o cenário para o confronto direto do Maracanã, sábado (23), será com quatro pontos de diferença. No entanto, o Flamengo tem um jogo a menos.
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O Palmeiras se vê com certos problemas. Saiu atrás do Cruzeiro, reagiu relativamente rápido, mas não tem criado o suficiente para encantar o torcedor.
O Flamengo também passa por instabilidade. Foi eliminado pelo Vitória na Copa do Brasil e por muito pouco não saiu derrotado da Arena da Baixada pelo Athletico-PR. Pedro, o artilheiro do Brasileirão, com nove gols, evitou o pior.
Ancelotti viu tudo. Mas não é pelo fato de ter entre os titulares sete jogadores que estão na lista larga da seleção brasileira para a Copa que o Flamengo tem atropelado. Pelo contrário.
Enquanto os líderes estão meio lá e cá em termos de desempenho, o que mais fez barulho na rodada foi a situação com Neymar. Substituído quase à revelia em um episódio com a arbitragem que gerou reclamação e uma cena emblemática: o camisa 10 apontando para o papel de substituição mostrando que não era ele quem deveria sair.
O poder do inusitado ajudou a esconder o que virou trivial para o Santos. Uma má atuação, com placar de 3 a 0 para o Coritiba.
O Santos conseguiu o mais bizarro. Perder e ainda assim ficar na frente do Corinthians, que levou 3 a 1 do Botafogo no Rio. Três gols de Arthur Cabral, em outro evento inusitado.
Semana passada, a diferença entre sétimo e 17º era de três pontos. Agora, o pelotão intermediário deu uma esticada. O sétimo é o Bahia, com 23 pontos. O 17º, o Corinthians, tem 18.
No fundo do poço vem a Chapecoense, com nove pontos. Essa, sim, com cara de rebaixada ainda tão cedo.
E faltam apenas duas rodadas para a pausa no Brasileirão antes da Copa do Mundo.
* IGOR SIQUEIRA (UOL/FOLHAPRESS)
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