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Estação encerra 2025 com 34 exposições e reforça seu papel cultural em João Pessoa

Da Redação com Secom/JP
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 10:17

estação ciência

Foto: Secom-JP/Arquivo

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Ao longo de 2025, a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, um dos principais cartões-postais de João Pessoa, consolidou-se como um dos espaços culturais mais ativos da capital paraibana, com a realização de 34 exposições diferentes distribuídas ao longo do ano, em seus diversos espaços expositivos. O número reflete uma média aproximada de três exposições abertas por mês, reforçando o papel do equipamento público como polo permanente de difusão artística, científica e cultural.

Localizada no bairro do Altiplano, com projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer, a Estação Cabo Branco alia valor simbólico, turístico e cultural, atraindo moradores e visitantes interessados em arte, ciência e educação. Segundo o diretor do equipamento, Olié Martins, o espaço funciona de portas abertas, com acesso gratuito, o que amplia o alcance das exposições, embora não haja um controle exato do número de visitantes. “Tivemos uma média de três exposições abertas por mês no ano de 2025. Não existe controle de portaria no museu. É porta aberta”, destacou.

Atualmente, o público pode conferir exposições em cartaz em praticamente todos os espaços expositivos do complexo, com mostras que abrangem artes visuais, coletivos artísticos, produções acadêmicas, fotografia, instalações e artesanato, reafirmando a diversidade da programação. Entre os destaques em exibição está o I Festival Internacional de Aquarela, aberto ao público desde 6 de dezembro de 2025, reunindo cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos Espaços Expositivos 8 e 9. A mostra segue aberta à visitação até 6 de março de 2026, com entrada gratuita.

Além do festival, permanecem em cartaz exposições como Respirando Underwater, do Coletivo Masonn; Pricila Saulus, vinculada à UFPB; Brincadeiras de Criança, de Analice Uchoa; Brasil em Aquarela, de Lilian Arbex; Entre pedras, poesia e sons, mostra coletiva; (R)Existo, de Robson Xavier; Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu, de Serge Etienne; e Travessia, do coletivo Cristina Strapação, entre outras.

A Estação Cabo Branco funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na Avenida João Cirilo da Silva, s/n, no Altiplano. Todas as exposições têm acesso gratuito, o que reforça o compromisso do espaço com a democratização da cultura e a formação de público.

Com uma programação contínua, plural e acessível, a Estação Cabo Branco encerrou 2025 reafirmando sua importância estratégica para João Pessoa, não apenas como ícone arquitetônico e cartão-postal da cidade, mas como um espaço vivo de produção, circulação e encontro das artes. Segundo o diretor da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, Olié Martins, o equipamento consolidou-se como referência ao longo do ano.

“A Estação Cabo Branco é hoje um dos principais equipamentos culturais de João Pessoa e um símbolo da democratização do acesso à arte, à cultura e ao conhecimento. Ao longo de 2025, conseguimos manter uma programação contínua, diversa e plural, valorizando artistas locais, coletivos, universidades e também iniciativas de alcance nacional, fortalecendo a identidade cultural da cidade e aproximando a população das artes visuais e da produção contemporânea”, destacou.

O diretor também ressaltou a relevância do espaço para o turismo da Capital. “Além do papel cultural, a Estação tem uma importância estratégica para o turismo de João Pessoa. É um dos pontos mais visitados da cidade, integrando arquitetura, paisagem e programação cultural, e funcionando como porta de entrada para muitos visitantes que conhecem a capital paraibana”, afirmou.

Para 2026, a Estação Cabo Branco se projeta com o fortalecimento ainda maior de seu papel cultural, artístico e turístico, mantendo-se como espaço público de acesso democrático. “A gestão trabalha no fortalecimento da programação, com exposições inéditas, ampliação de parcerias institucionais, ações educativas e projetos que dialoguem com ciência, arte e inovação, sempre mantendo o compromisso de ser um espaço público, acessível e vivo, a serviço dos pessoenses e de quem visita João Pessoa”, completou Olié Martins.

Exposições em cartaz:
• I Festival Internacional de Aquarela
Reúne cerca de 50 aquarelistas nacionais e internacionais, com obras distribuídas nos espaços expositivos da Estação Cabo Branco.
Período: até 6 de março de 2026
• Respirando Underwater – Coletivo Masonn
• Pricila Saulus – UFPB
• Brincadeiras de Criança – Analice Uchoa
• Brasil em Aquarela – Lilian Arbex
• Entre pedras, poesia e sons – mostra coletiva
• (R)Existo – Robson Xavier
• Não Pergunte Por Que Gosto de Olhar para o Céu – Serge Etienne
• Travessia – Coletivo Cristina Strapação

(As exposições estão distribuídas nos diversos espaços expositivos do equipamento cultural.)

Serviço:
Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes
Avenida João Cirilo da Silva, s/n – Altiplano, João Pessoa
Visitação
Terça a sexta-feira: das 9h às 18h
Sábados e domingos: das 10h às 18h
Entrada: gratuita

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