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Eleições
Foto: Ascom
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A direita paraibana ocupou as ruas de João Pessoa e da região metropolitana durante o feriado de 7 de Setembro com carreata, motociata e protestos, que terminaram no Busto de Tamandaré, orla da Praia do Cabo Branco, onde ficaram concentrados milhares de simpatizantes e eleitores dos candidatos da direita conservadora.
O líder da oposição na Câmara Federal, deputado Cabo Gilberto, candidato à reeleição pelo PL liderou o movimento de mobilização, que contou ainda com a participação do senador Efraim Filho, candidato ao governo da Paraíba e demais militantes partidários, vereadores e deputados, que formam a bancada de oposição na Assembleia Legislativa do estado.
Durante o ato, Cabo Gilberto pediu pelo resgate do país e lembrou que se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reeleger, vai indicar mais quatro ministros à Suprema Corte e, segundo ele, vai continuar com a ditadura da toga.
“Essa é nossa segunda independência. O Brasil está em uma ditadura do Judiciário, comandada pelo ministro Alexandre de Moraes, pelo diretor-geral da Polícia Federal, pelo procurador-geral da República em conluio com o PT, e se Lula vencer, o Brasil só poderá ser resgatado daqui a 50 anos. Vamos fazer a nossa parte e promover a mudança”, destacou.
O candidato Efraim Filho destacou a mudança como meta de campanha e para ele a Paraíba acordou, O Brasil acordou e se disse feliz com a presença dos militantes no movimento, que pedia pela saída de Alexandre de Moraes do STF.
“A Paraíba mostrou que um filho teu não foge à luta”, disse, avaliando ainda que o 7 de Setembro foi um dia histórico e que o brilho da esperança voltou a ficar estampado na cara das pessoas. A esperança de um novo tempo, de um Brasil independente, de uma Paraíba onde o seu povo vai buscar por mudança na política, que serve ao povo, é isso que a gente quer”, destacou.
O vereador Fábio Lopes, candidato a deputado estadual, um dos responsáveis pela realização da carreata, falou sobre o movimento que reuniu centenas de militantes.
“Por onde passava, a adesão era instantânea. Então, muitas pessoas entravam no meio da carreata, permaneciam ali. É a mudança, o coração da mudança do povo paraibano. Estamos cansados de corrupção e censura e do custo de vida. O paraibano não consegue mais fazer a feira e não consegue pagar nem as parcelas das dívidas”, avaliou.
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