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Eleições
Foto: Divulgação/Avante
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem na liderança. O petista tem 43,4% dos votos contra 33,7% de Flávio no primeiro tempo, segundo a pesquisa Atlas. No levantamento BTG/Nexus, Lula marca 39% e Flávio 33%.
Os demais candidatos mantiveram posições semelhantes abaixo dos dois dígitos. Na Atlas, Renan Santos, do Missão, ocupa o quarto lugar com 7,6%, Ronaldo Caiado, do PSD, está em quinto, com 3,3% Outros candidato somaram menos de 2%.
Na BTG/Nexus, Caiado aparece em quarto, com 5%. Em seguida, com 3%, vem Renan Santos, e Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 3%.
Os dados da Atlas foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto e da BTG/Nexus entre 28 e 30, registrando o movimento do eleitorado após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (dia 23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).
Não foram realizadas projeções com o escritor Augusto Cury para o segundo turno.
Metodologia
A pesquisa BTG/Nexus foi realizada por telefone e ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, de 28 a 30 de agosto.
Já a pesquisa AtlasIntel/
O método usado pela Atlas é o Random Digital Recruitment [RDR]. Segundo a instituição, os entrevistados são “recrutados organicamente durante a navegação de rotina na web em territórios geolocalizados em qualquer dispositivo (smartphones, tablets, laptops ou PCs)” e podem responder de forma anônima.
A AtlasIntel utiliza ainda um algoritmo interativo com base em conjunto de variáveis como sexo, faixa etária, nível educacional, renda, região e comportamento eleitoral anterior, buscando amostras que se assemelhem à população adulta brasileira.
‘Boom nas redes’
Como mostrado pelo Estadão, vídeos em apoio à candidatura presidencial de Cury inundaram as redes sociais na semana passada e chegaram a acumular milhões de visualizações.
Cury registrou também um aumento expressivo tanto na busca por seu nome no Google quanto no engajamento em suas redes sociais.
O marqueteiro Sérgio Lima, que cuida da campanha, afirma que o movimento é orgânico, sem pagamento ou contratação de influenciadores – a prática é proibida pela legislação eleitoral.
Ao mesmo tempo, o marqueteiro diz que a campanha está “surfando a onda”. “Comunicação é presença. O que estamos fazendo é colocar ele ali agradecer, comentar [nas publicações dos influenciadores]. Principalmente com os menores, para que a gente possa incentivar os maiores”, explicou Sérgio Lima.
Ele também nega a atuação ou ajuda de Pablo Marçal (PRTB) na estratégia digital, como tem sido ventilado por alguns perfis nas redes sociais e por campanhas adversárias nos bastidores.
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