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Foto: Ascom/PSB
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O candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) acusou a gestão da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), de coordenar uma “milícia digital” para atacar adversários políticos.
A manifestação ocorreu nesta quarta-feira, 26, após o Jornal da Record divulgar gravações sobre a atuação de uma suposta rede de perfis e relacioná-la a pagamentos de publicidade institucional do Estado.
“Há mais de um ano eu venho denunciando a existência de um gabinete do ódio que tem atacado a mim, meus aliados, minha família, minha esposa, de forma covarde, caluniosa, mentirosa, difamatória”, afirmou João.
A reportagem mostrou gravações de Amizaday Andrade da Silva, servidor da Caixa Econômica Federal cedido à Secretaria de Turismo de Pernambuco, falando sobre uma suposta rede com mais de 300 perfis.
Amizaday afirmou que deixou a sociedade da empresa citada em setembro de 2024 e que não responde por atos praticados posteriormente.
Procurada pela reeportagem, a assessoria de Raquel afirmou que a governadora considera falsas as informações apresentadas pela emissora e que adotará as medidas cabíveis. Raquel atribuiu as acusações ao PSB.
A governadora também informou que o servidor citado na reportagem foi exonerado. “A respeito do servidor referido na reportagem, tenho a dizer que ele está exonerado. Tenho notícia do que foi falado, mas acredito que não devemos nos contaminar com informações falsas, mas medidas cabíveis serão tomadas”, afirmou. Raquel acrescentou que fará uma campanha “limpa, transparente e com o olho no olho”.
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