Fechar
O que você procura?
Economia
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Continua depois da publicidade
Continue lendo
*Vídeo: ParaibaOnline
O empresário e comentarista Norival Monteiro destacou, em seu quadro semanal “Do Grão ao Pão”, na Rádio Caturité FM, os principais debates realizados durante a Convenção Brasileira da Indústria da Panificação, realizada em Recife.
O encontro reuniu empresários, fornecedores e representantes da administração pública para discutir os desafios e avanços do setor no país.
Segundo Norival, a convenção faz parte de um esforço contínuo da Associação Brasileira da Indústria da Panificação para fortalecer toda a cadeia produtiva, incentivar o associativismo e ampliar o diálogo entre os diversos segmentos ligados ao setor.
“A associação brasileira, num gesto contínuo de busca para melhorar essa cadeia produtiva, valoriza o associativismo e está sempre em comunicação com os associados, reunindo empresários, fornecedores e a esfera da administração para debater e compreender os gargalos e os avanços para a sociedade brasileira, além de discutir regulamentações”, afirmou.
Entre os principais temas debatidos durante o encontro, Norival destacou a regulamentação da reforma tributária e os impactos para o setor produtivo, além das discussões sobre saúde no ambiente de trabalho e a escala 6×1.
“Nós tivemos nessa convenção três temas base. O primeiro foi a regulamentação da reforma tributária e os impactos dela para os empresários. Também tivemos discussões sobre a NR-1, onde a empresa tem que trabalhar o ambiente interno e não permitir que o trabalhador doente venha adoecer outros. Por último, discutimos a escala 6×1”, explicou.
Durante sua participação, Norival também ressaltou que o setor empresarial busca equilíbrio entre produtividade, geração de empregos e sustentabilidade financeira das empresas.
“O empresário não é contra o trabalhador ou o fim da escala 6×1, pois quanto mais produtivo, melhor para ele e para a empresa. Um ponto importante que a sociedade precisa compreender é que a empresa não é instituição de caridade e não tem auxílio de dinheiro público. São negócios autossustentáveis e que ainda contribuem socialmente e tributariamente”, concluiu.
Veja também:
Do chá da nobreza europeia às sobremesas brasileiras: conheça a história do biscoito champanhe
Mudanças no leite condensado e na margarina impactam a qualidade na panificação e confeitaria
© 2003 - 2026 - ParaibaOnline - Rainha Publicidade e Propaganda Ltda - Todos os direitos reservados.