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Economia
Foto: Secom-JP/Arquivo
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Os pequenos negócios da Paraíba mais um vez demonstraram sua importância para a economia com a geração de empregos no estado. Em março deste ano, foram 2.328 novas vagas.
O total do primeiro trimestre também fechou positivo, com 4.870 novos postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Sebrae.
De acordo com o Caged, o número de novos empregos gerados na Paraíba pelos pequenos negócios passou de 1.166, em janeiro, para 2.328, em março, o que representa um aumento de 99,6% em novos empregos.
Enquanto nas médias e grandes empresas, os números mostram uma queda de -4,29% em novas oportunidades. Somente no mês de março, as médias e grandes empresas perderam 1.046 postos de trabalho.
Também houve queda na administração pública (2), contratações por CPF (-327) e outras contratações (-2). Por outro lado, já instituições sem fins lucrativos registraram um saldo positivo de 25 vagas.
Com relação aos pequenos negócios, na avaliação da gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Monitoramento do Sebrae/PB, Ivani Costa, a expectativa se mantém positiva para o fechamento do primeiro semestre do ano.
“Os números mostram uma tendência positiva na geração de empregos pelos pequenos negócios ao longo do primeiro trimestre, passando de 1.166 vagas em janeiro para 2.328 em março. Isso indica maior confiança do empreendedor e uma reação mais rápida dos pequenos negócios às oportunidades da economia local”, destaca Ivani Costa. Ela reforça ainda que os pequenos negócios respondem primeiro às demandas do mercado consumidor.
O levantamento do Caged traz ainda as contratações por setores da economia. Em março, os pequenos negócios geraram mais vagas nos setores de serviço (1.312), construção (475) e comércio (465).
“Os setores de serviços, comércio e construção lideram esse movimento por estarem diretamente ligados ao dia a dia da população. Serviços seguem fortes pela diversidade de atividades e novas demandas; o comércio pela proximidade com o consumidor; e a construção pelo crescimento de reformas, pequenos investimentos e expansão urbana”, acrescenta a gerente do Sebrae, Ivani Costa.
Ela ainda destaca que, “mais do que números, esse cenário reforça o papel estratégico dos pequenos negócios na geração de emprego, renda e desenvolvimento local”.
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