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*Vídeo: ParaibaOnline
O diretor jurídico da Associação Comercial de Campina Grande (ACCG), Jurandi Eufrausino, alertou para os impactos práticos da reforma tributária já em 2026, durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Caturité FM. Segundo ele, embora este ano não seja de arrecadação plena do novo modelo, será decisivo para a adaptação técnica, jurídica e legal das empresas.
De acordo com Jurandi, quem se organizou com antecedência já começa a ganhar competitividade, enquanto quem ignorou a reforma enfrenta dificuldades.
“Os negacionistas estão vivendo na pele os efeitos da reforma tributária, 2026 é um ano de adaptação. Quem se organizou está adquirindo competitividade e quem negou está agora enfrentando severas dificuldades”, afirmou.
Jurandi explicou que a Receita Federal adiou para 1º de abril de 2026 a obrigatoriedade do destaque do IBS e da CBS na nota fiscal eletrônica. No entanto, fez um alerta importante aos empresários.
“A empresa que hoje emite nota sem destacar IBS e CBS não tem a nota rejeitada, mas, a partir de 1º de abril, terá que se adequar retroativamente. Caso contrário, poderá ter que pagar os tributos, enquanto quem se adaptou apenas fará o destaque informativo”, ressaltou.
O diretor jurídico também destacou que o destaque do novo tributo em 2026 é protocolar, mas fundamental para que a Fazenda Nacional defina a alíquota modal, estimada inicialmente em 26,5%, com definição final prevista apenas para 2032.
“Esse informe é essencial para o balizamento da alíquota nacional. Quem não se adequar pode até compensar depois, mas vai descapitalizar”, concluiu.
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