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Foto: Codecom/CG
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O coordenador do Procon-CG, Waldeny Santana, esclareceu as recorrentes notificações e ações de fiscalização do órgão em instituições bancárias que atuam em Campina Grande.
Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Caturité 104.1 FM, Waldeny destacou que o alto número de reclamações registradas no órgão tem resultado na adoção de medidas mais rigorosas.
“Nós temos hoje uma possível pauta de interdição de dois bancos que não possuem agências físicas aqui na cidade, em virtude do alto número de reclamações que recebemos no Procon”, afirmou.
O coordenador detalhou a atuação ostensiva do órgão por meio da “Operação Procon nos Bancos”, que têm levado equipes de fiscalização diretamente às agências.
“Nós estamos com a operação Procon nos bancos, onde colocamos uma tenda na porta das agências. Vamos para o centro da cidade e, ali, de forma ostensiva, nos fazemos presentes nessas agências bancárias. É uma fiscalização não reativa, mas proativa, para que eles entendam”, enfatizou.
Waldeny ressaltou que, apesar do avanço dos serviços digitais, a realidade dos consumidores varia de cidade para cidade, o que precisa ser considerado pelas agências bancárias que atuam com um público que precisa de auxílio neste sentido.
“Eu entendo que existe um movimento de migração para o digital, mas cada cidade é uma cidade. Existem locais em que a adaptação aos meios digitais é mais fácil, mas há consumidores que têm dificuldade de manusear o caixa eletrônico”, pontuou.
O coordenador do Procon-CG destacou que a principal preocupação do órgão é com o atendimento ao público mais vulnerável, especialmente os aposentados.
“A partir do momento em que eles não colocam pessoas para dar essa assistência, para prestar um bom serviço ao aposentado, que é um público hipervulnerável, eles só aprenderão sentindo no bolso. Enquanto eu estiver à frente do Procon, quantas vezes for necessário abrir processo administrativo e aplicar multa, será feito”, garantiu.

Foto: ParaibaOnline
Waldeny Santana afirmou ainda que a atuação do Procon-CG será ainda mais firme neste ano, ampliando o foco para outros setores com alto índice de reclamações.
“Fazendo uma ação enérgica dessa vai resultar na melhoria da qualidade de vida de muita gente. A gente vai ser ainda mais agressivo em 2026 nesse aspecto, com relação a bancos, supermercados, postos de gasolina e planos de saúde, que são os mais reclamados”, concluiu.
* Vídeo: ParaibaOnline
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