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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
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No ano passado, foram pagos R$ 24,3 bilhões acima do teto vigente para remuneração do funcionalismo público a um conjunto de 67.300 servidores, sobretudo juízes, membros do Ministério Público (MP), advogados e defensores públicos.
Desse excedente pago – conforme estudo da renomada Fundação Getúlio Vargas, destacado no jornal O Globo -, 94%, ou R$ 22,8 bilhões, foram direcionados a 48,6 mil pessoas.
O descumprimento do limite de remuneração no topo do Poder Judiciário virou regra, ocorrendo em ao menos 85,1% da magistratura, 89,1% do MP e 52,8% da advocacia pública, considerando ativos, inativos e pensionistas.
*Informações repercutidas na edição desta terça-feira da coluna Aparte, com Arimatéa Souza.
Leia a edição completa:
Edição anterior:
Ministro avança no “pantanal” das emendas
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