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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Arquivo
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Um novo levantamento do instituto Ipsos/Ipec (antigo Ibope), divulgado nesta terça-feira (10), revela um cenário desafiador para o Governo Federal.
De acordo com os dados, a desaprovação à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu 51%.
Por outro lado, o índice daqueles que aprovam o desempenho do petista é de 43%. O grupo dos que não souberam ou não responderam soma 6%.
A Ipsos-Ipec ouviu 2.000 eleitores de 131 municípios entre os dias 5 e 9 de março.
A margem de erro é de dois pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.
Comparada com a pesquisa anterior da Ipsos/Ipec, divulgada em dezembro do ano passado, a aprovação de Lula variou um ponto percentual para cima, enquanto a desaprovação oscilou um ponto percentual para baixo.
Na avaliação de governo, 40% disseram que a gestão de Lula é ruim ou péssima, enquanto 33% classificaram como ótima ou boa.
Os que consideram regular são 24%. Não sabem, ou não responderam somam 3%.
Comparado com a pesquisa de dezembro, a avaliação negativa se manteve em 40%, enquanto que a ótima e boa cresceu três pontos percentuais. Já a regular caiu cinco pontos.
Nível de confiança
O levantamento também apontou que 56% dos brasileiros dizem não confiar no presidente Lula, enquanto 40% confiam. Os que não sabem, ou não responderam somam 4%.
Os que acreditam que o governo Lula é pior que o esperado são 43%, enquanto 28% classificam como igual às expectativas.
Já os que consideram melhor são 25%. Outros 3% não sabem ou não responderam.
Também foi perguntado aos entrevistados sobre a economia. Quem acha que ela piorou nos últimos seis meses são 42%.
Os que não notaram diferença são 28%, e 27% avaliam que a situação econômica melhorou. Os que não sabem, ou não responderam são 3%
Comparado com a pesquisa anterior, a percepção negativa cresceu quatro pontos percentuais, enquanto a positiva diminuiu três pontos.
Sobre o futuro, 36% acham que a situação econômica deve piorar nos próximos seis meses, enquanto 33% avaliam que a perspectiva é de melhora.
Outros 23% consideram que a situação deve ser igual. Outros 8% não sabem, ou não responderam.
*com informações Gabriel de Sousa/conteúdo estado
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