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Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
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Nesta sexta-feira (16), o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Gilberto Silva (PL), reagiu à transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nessa quinta-feira (15).
Em entrevista à imprensa, o parlamentar criticou a condução do magistrado no caso.
“A transferência foi totalmente injusta, era para ser para a sua residência para ser cuidado pela sua esposa e pelos seus filhos”, afirmou.
Segundo Gilberto Silva, o ex-presidente estaria sendo vítima de perseguição política, assim como os condenados dos ataques às sedes dos Três Poderes no 8 de janeiro de 2023.
“Um crime impossível, um preso político, assim como outros que estão nesse processo imoral, ilegal e inconstitucional. O ministro não pode agir dessa forma legalmente falando. Nós estamos em uma ditadura”, declarou.
Aliado de Jair Bolsonaro, o deputado garantiu que a oposição seguirá mobilizada para tentar reverter a situação.
“O que a oposição vai fazer é continuar lutando, é continuar expondo, é continuar trabalhando para colocar essas pessoas em casa”, disse.
Gilberto também destacou a luta da oposição no Congresso Nacional pela derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei da Dosimetria.
“Agora com o retorno, a derrubada do veto da redução das penas, se o Judiciário respeitar a legislação, que não está respeitando, e infelizmente nós não temos maioria no Senado Federal para restabelecermos o Estado de Direito, nós iremos trabalhar para derrubar o veto e pressionar para essas pessoas irem para casa o quanto antes”, enfatizou.
O parlamentar ressaltou que o desejo real é da anistia para os considerados, segundo ele, presos políticos.
“A gente respeita a separação dos Poderes, diferentemente da Suprema Corte. O que aprovamos foi a redução de pena, não é o que queríamos. Queríamos a anistia ampla, geral e irrestrita, porque essas pessoas são inocentes”, concluiu.
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