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A proposta que obriga os planos de saúde a cobrirem as despesas do acompanhante durante os períodos de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato foi aprovada recentemente pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
O texto foi votado pela comissão em turno suplementar e seguiu para análise na Câmara dos Deputados.
A matéria foi aprovada sob a forma de um substitutivo (texto alternativo) ao projeto de lei 2.570/2022, que é um projeto de lei da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB).
O substitutivo foi apresentado pela senadora Jussara Lima (PSD-PI).
Daniella ressaltou que, apesar de a lei já garantir o direito de um acompanhante às pacientes, tanto de hospitais públicos como privados, essa norma não foi efetivada totalmente, “primeiro, porque parte das gestantes ainda desconhece essa possibilidade; segundo, porque a lei não teve a força necessária para assegurar a conquista”.
A proposta caracteriza como infração sanitária o descumprimento do direito de poder ter um acompanhante nessas situações e em atendimentos com sedação, tanto em hospitais públicos como privados.
O substitutivo também determina que a eventual renúncia a esse direito deverá ser feita por escrito (após prestação de informações e esclarecimentos à paciente) em termo de consentimento específico que deverá arquivado no prontuário.
*Fonte: Agência Senado
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