Governista critica a oposição “faz de conta”
“Mentiu novamente”
Com relação às recentes declarações na imprensa do ex-governador João Azevedo (PSB), segundo as quais encontrou ao chegar ao governo (em 2019) uma “guerra” interpoderes, o seu antecessor Ricardo Coutinho (PT) fez o seguinte comentário: “Ele afirmou que existia uma guerra entre os Poderes da Paraíba quando ele assumiu. Mentiu, novamente. Não havia guerra. Simplesmente o Executivo era respeitado porque tinha posição e seguia priorizando as políticas sociais no momento mais grave que o País atravessou, em função do ´Lawfare´ (guerra jurídica) que provocou a grave crise econômica”.
“Medo”
Ricardo acrescentou: “Agora, uma coisa ele tem razão e que demonstra bem a diferença entre ele e eu: ele (João) governou para os Poderes porque sempre foi um REFÉM pelo medo do que fez de errado e foi descoberto. Eu governei para o POVO por não ter qualquer culpa em cartório. Não existe, no governo dele, qualquer sentido ou obra social, além daquelas que eu deixei. Observem. Um governo sem povo”.
Sem protagonismo
Reportagem publicada no ´Estadão´ informa que nos 10 maiores Estados, que concentram 118 milhões dos 158 milhões de eleitores do Brasil (ou seja, quase 75% do eleitorado), o PT terá apenas três candidatos a governador liderando a chapa de apoio ao presidente Lula.
Poucos “ajustes”
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, informou que, para 2026, o partido está com “90% da campanha do presidente (Lula) já organizada nos Estados”, e que faltam apenas poucos “ajustes”.
Pendências
Já o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, que coordenou o grupo de trabalho eleitoral (GTE) do PT para discutir as alianças, salientou que os Estados com quadro mais indefinido são Maranhão, Alagoas e Paraíba.
Retrato regional
“Na Paraíba, a tendência é de apoio ao atual governador Lucas Ribeiro (PP), que faz parte do grupo do ex-governador João Azevêdo (PSB), que disputará uma vaga no Senado. O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que estará em outra chapa, também apoia o petista”, situou o ministro.
A paz
Segundo jornal O Globo, após meses de articulação de aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Michelle Bolsonaro aceitou “fazer as pazes” com o enteado e deve fazer um “gesto de pacificação”, declarando apoio público à candidatura dele a presidente nas redes.
Improcedente
Lucas Ribeiro rechaçou a existência de ruídos dentro da chapa majoritária que lidera com vistas às eleições de outubro próximo, tendo ao seu lado os postulantes ao Senado João Azevedo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos).
Trabalho “em conjunto”
“Pelo contrário, estamos sintonizados, trabalhando em conjunto com o mesmo propósito. A gente acredita muito que o nosso projeto é o melhor para a Paraíba. Defendemos tanto o nosso projeto de governo quanto os nossos candidatos ao Senado para representar a Paraíba em Brasília. Essas questões estão sendo dialogadas semanalmente, construídas e fortalecidas, acima de tudo, em torno do nosso projeto”, ressaltou o governador da Paraíba.
´Tirar do ar´
Decisão monocrática da juíza Helena Fialho, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, determinou a retirada das redes sociais de um vídeo do governador Lucas Ribeiro por indicar propaganda eleitoral antecipada.
Contextualizando
Na recente visita ao Estado do ministro da Secretaria Geral da Presidência, deputado (licenciado) Guilherme Boulos (PSOL-SP), Lucas verbalizou a expressão “faz dois L”, numa alusão às iniciais do seu nome e do presidente Lula.
Nas entrelinhas
A magistrada (que é originária da Justiça federal) entendeu o gesto como “pedido implícito de voto”.
Da boca de…
“… O ministro Alexandre de Moraes (do Supremo Tribunal Federal) é uma vergonha para o Judiciário brasileiro, e não é por falta de saber jurídico…” (Marcelo Queiroga, ex-ministro da Saúde no governo Jair Bolsonaro).
Aclive
O ex-governador Roberto Paulino (MDB) fez uso de sua longa experiência política na Paraíba para fazer um alerta público a João Azevedo: “Eu noto que o nome de Nabor (Wanderley) é muito forte, está dialogando muito, conseguindo muitos adeptos”.
Olho vivo
“João hoje é um nome consolidado para ganhar as eleições”, assinalou Paulino, mas com uma ressalva: “Ele (João) tem que ter cuidado (…) Todo mundo está procurando seu espaço. São duas vagas e cada um vai procurar a sua”.
Pancadão
A derrota sofrida pelo presidente Lula no Senado, ontem, ao não conseguir aprovar o nome que indicou (Jorge Messias) para o Supremo Tribunal Federal, é do tipo que provoca dor de cabeça, insônia e ativa todos os ´sentidos políticos´.
´Freio de arrumação´
Igualmente, a derrota compele o presidente, em marcha batida para tentar a reeleição, a reavaliar (e revisar) imediatamente a sua base parlamentar.
Oposição “placebo”
O deputado estadual Júnior Araújo (Republicanos) passou um ´carão´ público na bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, mesmo integrando a base governista.
“Passamos, nesse tempo todo (atual legislatura), momentos tranquilos na Assembleia. Não teve uma oposição que agiu como oposição. Foi tranquilo”.
Mais do mesmo
Júnior Araújo também mencionou, na ´Arapuan FM´, a timidez dos novos integrantes do bloco oposicionista, a exemplo de Hervázio Bezerra (MDB) e Felipe Leitão (MDB): “Achava que com a chegada de Hervázio e de Felipe que iria aumentar o tom, mas realmente está tranquilo. Quem for o líder (do governo) não vai ter muito trabalho para fazer”.
E se Vitor Ribeiro (ex-superintendente da STTP-CG) ingressasse na chapa majoritária do PL?…