Ex-aliados exercitam o ´bateu, levou´
Guinada
Domiciano Cabral, que há poucos dias anunciou o seu apoio à candidatura do atual vice-governador Lucas Ribeiro (PP) ao governo estadual nas eleições deste ano, poderá ter uma participação bem mais ativa no processo.
Ele foi sondado pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) – tio de Lucas e coordenador geral de sua campanha – para ser candidato a vice-governador.
Recordando
Nas eleições de 2022, ´Domi´ – como é chamado no mundo político – foi candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Pedro Cunha Lima.
Versão
Após a divulgação da informação no ParaibaOnline, ontem, a assessoria de Domiciano entrou em contato para negar a ocorrência da sondagem.
Acima das…
Reportagem publicada nesta quinta-feira no jornal Folha de São Paulo destacou que servidores públicos que recebem os maiores supersalários no Brasil ganharam até R$ 3,1 milhões em um ano – média de R$ 263 mil por mês.
…´Nuvens´
O maior contracheque foi pago pelo Ministério Público do Rio de Janeiro a uma promotora de justiça, que recebeu essa cifra (R$ 3,1 milhões) de agosto de 2024 a julho de 2025.
O detalhe
O valor é líquido e inclui salário, verbas indenizatórias e parcelas como pensionista, já que seu cônjuge também era funcionário do órgão.
´Medalha de ouro´
Essa promotora, Maria de Nazaré Magalhães, lidera o ranking dos dez servidores que receberam as maiores remunerações no setor público nesse período, todos acima de R$ 2,3 milhões.
Limite
No Brasil, o teto constitucional é a remuneração dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) – atualmente R$ 46.366,00 por mês, ou de R$ 556 mil 320 anuais.
Tema proibido
Na mesma ´Folha´, na coluna Painel, é salientado que “apesar da pressão pública”, o assunto CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Master tem sido evitado pelos presidentes da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), “que já fizeram chegar aos aliados que não vão instalar a comissão para apurar as fraudes do banco”.
Aporte bilionário
A direção central do grupo Energisa informou ontem que projeta investimentos orgânicos superiores a R$ 7 bilhões em suas subsidiárias – Paraíba no meio – ao longo de 2026.
O ´mote´ da unidade
Após o ´giro carnavalesco´ com o prefeito Cícero Lucena (MDB), o deputado federal Wellington Roberto (ainda no PL) afirmou que no bloco oposicionista no Estado todos têm que ser ouvidos, inclusive (ou principalmente?) ele próprio.
“O grupo tem que estar bem unido para essas decisões, que têm que ser tomadas conjuntamente, porque reforça e dá mais qualidade”.
Próximo partido
Wellington informou que a “tendência” é que ele se filie ao PSD para disputar a reeleição.
“O presidente (Gilberto) Kassab (do PSD nacional) tem o meu estilo”, realçou.
Última semana do mês
No quase ´bota fora´ de fevereiro, a Câmara Municipal de Campina Grande vai abrir os seus trabalhos legislativos deste ano no próximo dia 24, com a leitura da mensagem do prefeito Bruno Cunha Lima, que deverá comparecer à sessão.
Ritos finais
João Azevedo reuniu ontem o seu secretariado no Centro de Convenções de João Pessoa na ´liturgia da despedida´.
Hesitante
O ex-prefeitável campinense e ex-presidente do PSB/CG, Jhony Bezerra, comunicou ontem que estava cancelada a entrevista coletiva que havia marcado para a próxima segunda-feira, visando anunciar o seu posicionamento político com vistas ao pleito que se aproxima.
Migração
A necessidade do pronunciamento decorria das tratativas para ele formalizasse o apoio à candidatura do prefeito pessoense Cícero Lucena (MDB) ao governo estadual.
Impessoalidade
“Eu quero aproveitar esse momento para dialogar com todas as nossas lideranças, dialogar com as nossas bases, dialogar acima de tudo com o povo paraibano”, argumentou Jhony em suas redes sociais.
Aposta mantida
Lucas Ribeiro tem renovado o desejo e a crença de que Jhony o apoiará: “Ele participou de todos os eventos do governo. O maior hospital da Mulher está em Campina Grande e Jhony participou de tudo isso e sabe que a Paraíba não pode retroceder”.
´Partiu´
Quem começou a Quaresma mais decidido foi o pré-candidato a deputado estadual pelo Progressistas Diego Tavares, que finalmente decidiu deixar (pra valer) o secretariado do prefeito Cícero Lucena e apoiar Lucas Ribeiro (PP) para governador.
Ficar com as ´origens´
Em Nota, Tavares disse que a sua opção foi “profundamente refletida sobre meu futuro político”.
“Minha história no PP começou em 2020, quando, a convite da senadora Daniella Ribeiro e do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, ingressei na legenda com a missão de contribuir com um projeto político que acreditava ser o melhor para João Pessoa naquele momento, apoiando a candidatura do então candidato e hoje prefeito da Capital, Cícero Lucena, recordou Diego.
´Saia justa´
Ele frisou que “o recente rompimento político entre o prefeito e o partido, em razão da disputa eleitoral pelo Governo do Estado, naturalmente me colocou em uma situação delicada, já que passei a conviver com um cenário ainda mais desafiador, se estivéssemos todos unidos no mesmo projeto”.
“Relações de confiança”
“E a decisão foi permanecer onde sempre estive desde 2020: no PP. É no partido que construí minha base política, consolidei relações de confiança e encontrei espaço para trabalhar e servir, enfatizou o ex-secretário da PMJP.
O detalhe
Eliza Virginia, vereadora pessoense pelo PP e suplente na Câmara Federal, sinalizou que vai permanecer mantendo apoio ao projeto partidário (Lucas Ribeiro).
O ´dote´
Ao comentar o rompimento com o agora ex-secretário, Cícero Lucena disse que “vou deixar o povo para julgar. Eles estão oferecendo a renúncia da senadora (Daniella Ribeiro) em março, para que ele (Diego) assuma o Senado em definitivo”.
Entre talheres
Quanto à vereadora Eliza Virgínia, Cícero disse que havia almoçado com ela (sexta-feira última) e obtido a garantia de que a edil permaneceria na bancada governista.
“Não me conhecem”
“Alguns adversários adotam determinadas práticas achando que eu vou desistir. Eles não conhecem este sertanejo; eles não conhecem o caboclinho”, asseverou Lucena, para emendar: “Quanto mais tentam nos derrotar, mas a gente crescer para atingir a vitória”.
Invocação
O prefeito pessoense ainda lembrou que Pedro Cunha Lima “disse (dias atrás) uma verdade: quem ´colocou Cicero como candidato foi o povo´, e é o povo que está sustentando a minha candidatura”.
´Mentiroso´
Prontamente, Daniella Ribeiro (PP) desmentiu o prefeito da Capital ´pintada para a guerra´: “Para responder com objetividade: isso é uma mentira! Parece que Cicero tem cuidado da credibilidade de suas palavras assim como ele tem cuidado da gestão em João Pessoa, que é uma lástima, é um caos”.
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