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Foto: Codecom-CG
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Com o objetivo de abastecer o cidadão com informações antes do fechamento de qualquer negócio, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, através do Procon de Campina Grande, publicou o relatório trimestral de reclamações fundamentadas no órgão.
Os dados são referentes ao período de 1º de julho até 30 de setembro deste ano. A iniciativa atende às diretrizes de transparência do artigo 44, do Código de Defesa do Consumidor (CDC), transformando dados burocráticos em um verdadeiro guia de proteção para a população.
No balanço do trimestre, os setores de serviços essenciais, financeiros e telecomunicações assumiram o topo dos problemas locais.
A Cagepa ficou na liderança do ranking, somando 73 processos abertos por consumidores insatisfeitos. No segundo lugar destaca-se o Banco Bradesco, com 58 registros, seguido pela empresa Energisa, que garantiu a terceira posição com 55 queixas.
A sequência do levantamento aponta o Banco Itaú na quarta colocação, acumulando 42 reclamações. O setor de telecomunicações e grandes redes do varejo e serviços também marca forte presença.
A operadora Vivo ocupa a quinta posição (31 processos), enquanto a empresa varejista Magazine Luiza figura na sexta colocação (28 registros).
Concluindo o top 10 do trimestre há empates expressivos: a Samsung e o Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) dividem a sétima colocação, com 23 processos cada.
A operadora TIM e a Caixa Econômica Federal ocupam a oitava posição, com 19 ocorrências cada. A Amazon figura na nona colocação, somando 17 queixas e a Claro encerra a listagem, na décima posição, com 15 registros computados no período.
Confira o top 10 das empresas com maior número de reclamações no último trimestre (julho a setembro de 2026):
1º CAGEPA – 73 processos
2º Banco Bradesco – 58 processos
3º Energisa – 55 processos
4º Banco Itaú – 42 processos
5º Vivo – 31 processos
6º Magazine Luiza – 28 processos
7º Samsung (23) / Uninassau (23)
8º TIM (19) / Caixa Econômica Federal (19)
9º Amazon – 17 processos
10º Claro – 15 processos
Reclamações
Os motivos mais recorrentes nos balcões do órgão e também no Procon Digital envolvem cobranças abusivas ou indevidas, taxas embutidas sem autorização contratual, pane ou má qualidade na entrega de serviços públicos essenciais e a conhecida ‘dor de cabeça’ para conseguir o estorno de valores pagos de forma errada.
Segundo o secretário de Defesa do Consumidor, Luciano Breno, o ranking funciona como um escudo preventivo para quem vai comprar ou contratar um serviço. Ele reforça que, caso o consumidor passe por problemas semelhantes, deve procurar o órgão munido de provas.
“É indispensável apresentar documentos pessoais acompanhados de notas fiscais, faturas, contratos ou números de protocolo que comprovem o vínculo e a tentativa de solução com o fornecedor”, explicou.
É sempre importante salientar que para registrar queixas, esclarecer dúvidas ou buscar orientações, o Procon Municipal de Campina Grande disponibiliza múltiplos canais de atendimento à população. O cidadão pode optar pelo acolhimento presencial na sede do órgão, localizada na rua Prefeito Ernani Lauritzen, no Centro da cidade.
Para quem prefere a comodidade e a agilidade do atendimento remoto, as denúncias e reclamações também podem ser formalizadas diretamente por meio do telefone gratuito 151, pelo WhatsApp institucional, através do número (83) 98186-3609 ou acessando a plataforma Procon Digital, garantindo que todo consumidor tenha acesso rápido e seguro aos mecanismos de defesa dos seus direitos na palma da sua mão.
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