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Foto: Reprodução/Redes sociais
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O coordenador de Eleições Informatizadas e Segurança Cibernética (Coesc) do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, José Cassimiro Júnior voltou a falar em entrevista concedida à imprensa nesta sexta-feira(07), sobre a segurança das urnas eletrônicas, que durante os pleitos eleitorais, voltam a ser questionadas sobre a possibilidade de violação do voto eletrônico.
“Eu já tenho dito reiteradas vezes que já está ficando demodê. São 30 anos falando sobre o mesmo assunto e eu digo que se houvesse qualquer coisa que depusesse contra a rigidez do nosso sistema de votação e apuração, a imprensa já teria exposto isso e divulgado para toda a sociedade qualquer tipo de coisa que fosse por fraude ou falha que maculasse o processo de votação”, explicou.
O coordenador afirma veementemente que a Justiça Eleitoral do Brasil tem o melhor sistema de votação e apuração do mundo, um sistema que é totalmente executado, checado. planejado e melhorado, uma espécie de PDCA (método de gestão), utilizado na gerência de projetos da Justiça Eleitoral, que tem sido feito desde o desenvolvimento da urna eletrônica, há 30 anos.
“Nunca repetimos o mesmo sistema por duas vezes em eleições seguidas. Nós temos a tranquilidade de falar olho no olho e dizer para vocês porque eu conheço bem, sou da época da cédula, tenho 36 anos de Justiça Eleitoral, então eu vi esse sistema nascer e é aprimorado a cada eleição e graças a Deus, nossa história de 30 anos depõe a nosso favor.”, disse.
Portanto, conforme José Cassimiro Jr, o eleitor pode ficar tranquilo e ir para a festa da democracia neste domingo (04), dia das eleições, com a certeza de que o voto digitado é o voto apurado.
“Essa é a missão da Justiça Eleitoral. Somos construtores da democracia e a democracia se faz com eleições limpas, seguras e transparentes e é isso que a Justiça Eleitoral brasileira faz em nosso país”, atestou.
Segundo ele, nas duas últimas campanhas, a Justiça Eleitoral foi muito questionada, perseguida quanto à lisura das urnas, procuraram tudo sobre a possibilidade mínima de fraude, mas não encontraram nada porque não há o que encontrar, destacou o coordenador.
”A cada ano, nós melhoramos o processo e entregamos ao eleitor para que a votação seja a mais segura e mais célere com o resultado sendo entregue o mais próximo possível do encerramento da votação. Todos sabem que nenhuma urna encerra antes das 17 horas e a Paraíba, nas eleições passadas, foi a primeira do Brasil a entregar o resultado do primeiro turno com sucesso e que possivelmente pode ser repetido nessas eleições”, avaliou.
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