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Eleições
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O deputado estadual João Gonçalves (Progressistas) avaliou, nesta terça-feira (15), o cenário político que antecede as eleições de outubro e afirmou que o resultado da disputa na Paraíba será definido pelo desempenho das gestões e pelo trabalho apresentado pelos candidatos.
Aliado do governador e candidato à reeleição, Lucas Ribeiro (Progressistas), João criticou a estratégia adotada pela oposição durante a campanha e afirmou que o cenário eleitoral mudou em relação às expectativas iniciais.
“A eleição na Paraíba está para ser definida no dia 04 (de outubro), os da oposição que entendiam que poderiam no debate ir em dois contra um quebraram a cara, está valendo o trabalho e a gestão”, disse.
CRÍTICAS AO ESVAZIAMENTO DA ALPB
Ao comentar as novas adesões ao seu projeto de recondução à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), João Gonçalves atribuiu o apoio à sua postura durante os mandatos e criticou a baixa presença de parlamentares no plenário da Casa, especialmente durante este período eleitoral.
“Fazer uma sessão hoje e não ter quatro deputados no plenário, isso é uma vergonha. Isso é uma afronta ao dinheiro público. Trabalhe durante o mandato, vai trabalhar só no período de campanha? Ter duas sessões há quinze dias e essa agora? Isso é um absurdo. Eu nunca entrei de recesso”, disparou.
VOTOS CRUZADOS
Sobre a composição dos apoios para deputado federal nos municípios onde possui bases eleitorais, João minimizou a questão e destacou que pode apoiar diferentes candidatos seguindo as lideranças locais nas agendas pela Paraíba.
“Eu em cada município tenho um deputado federal diferente, porque eu acompanho as lideranças”, enfatizou.
CANDIDATURAS QUESTIONÁVEIS
João também comentou uma declaração do ex-governador e candidato ao Senado João Azevêdo (PSB), seu aliado, sobre a permanência de Pollyanna Werton (Progressistas) e Tibério Limeira (PSB) na gestão estadual diante de suspeitas relacionadas a um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares.
João, que havia defendido o afastamento dos então secretários, reafirmou sua posição.
“Eu jamais queria ser candidato com liminar conseguido em Brasília, isso é uma afronta ao dinheiro público, à moralidade, à integridade. Eu fui contra, mas o governo é que decide. Me cabe cobrar e fiscalizar”, declarou.
PRESIDÊNCIA DA ALPB
Questionado sobre uma eventual disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, João Gonçalves negou interesse em ocupar o cargo e afirmou que respeitará a escolha da maioria dos parlamentares.
“Eu nunca quis ser candidato à presidência, sempre optei pelo respeito e amizade daquele candidato que à maioria interessa”, pontuou.
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