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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O presidente do Sindicato dos Bancários de Campina Grande, Esdras Luciano, afirmou que o próximo governador do estado deverá priorizar políticas voltadas à geração de emprego e renda, redução das desigualdades sociais e melhoria dos serviços públicos.
A declaração foi dada ao comentar as principais demandas que a categoria espera ver contempladas pela próxima gestão estadual.
“A prioridade do próximo governador deve ser a construção de um estado que promova desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda, redução das desigualdades sociais e melhoria concreta da qualidade de vida da população”, afirmou.
O sindicalista também defendeu a valorização dos servidores públicos, com melhores condições de trabalho e políticas permanentes de valorização profissional. Para ele, o estado deve combater a precarização das relações trabalhistas e estimular a formalização do emprego.
Outro ponto considerado importante é a ampliação do acesso aos serviços bancários. Esdras chamou atenção para o fechamento de agências e a redução do atendimento presencial em municípios paraibanos, situação que, segundo ele, afeta a economia local e o acesso da população a serviços financeiros.
Esdras Luciano ainda defendeu que o próximo governador mantenha diálogo com trabalhadores, sindicatos, movimentos sociais, setor produtivo e sociedade civil na formulação de políticas públicas.
Bancários também apontam prioridades para o Congresso
O presidente do sindicato também comentou as expectativas da categoria em relação à próxima legislatura do Congresso Nacional. Entre as pautas, citou a valorização do salário mínimo e dos salários dos trabalhadores, geração de empregos de qualidade, proteção e ampliação dos direitos trabalhistas e previdenciários e fortalecimento da negociação coletiva e da organização sindical.
Esdras também defendeu uma reforma tributária que, segundo ele, reduza a carga sobre o consumo e os trabalhadores e aumente a contribuição proporcional de quem possui maior renda e patrimônio.
Outra preocupação apresentada foi com os juros elevados e a necessidade de um ambiente econômico favorável ao investimento produtivo e à geração de empregos.
Ouça a entrevista:
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