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Paraíba
Foto: Ascom/Energisa
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta segunda-feira (24/08) o reajuste tarifário anual para a área de concessão da Energisa Paraíba (EPB).
O efeito médio na conta de luz será de 5,74% e passa a valer a partir do próximo dia 28/08. Veja como ficam os percentuais por classe de consumo:
| Classe de Consumo | Impacto na Tarifa (%) |
| B1 Residencial | 4,81 |
| Baixa Tensão | 4,85 |
| Alta e Média Tensão | 9,71 |
| Efeito Médio ao Consumidor | 5,74 |
Os clientes de baixa tensão, que representam cerca de 87% do total no estado, terão correção média de 4,85%. Para aqueles do Grupo B1 residencial, a tarifa de energia elétrica terá acréscimo de 4,81%.
Para o Grupo A, que compreende os consumidores da média e alta tensão, o reajuste médio será de 9,71%. Mesmo com o reajuste, a Paraíba segue com a menor tarifa de energia do Nordeste e uma das menores do país.
A tarifa de energia elétrica é composta por custos de geração e transmissão de energia, além de impostos e encargos setoriais, chamados de Parcela A, que são itens pelos quais as distribuidoras de energia não tem gestão e controle e que geram o maior impacto no índice.
Nesses componentes estão incluídos encargos e subsídios para geração distribuída (solar, eólica e outras), entre outros.
Importante destacar que a parte que fica com a Energisa, chamada de Parcela B, é negativo em -0,09% do reajuste anunciado e é utilizada para fazer frente a toda a estrutura de custos operacionais, investimentos e a prestação de serviços aos seus clientes.
Para melhor compreensão, em uma conta de luz no valor de R$ 100, cerca de R$ 25,80 ficam com a Energisa. Os outros R$ 74,2 correspondem aos custos da geração e transmissão da energia e aos encargos setoriais e os impostos. Toda essa divisão da tarifa é detalhada na fatura que chega mensalmente na casa dos clientes.
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