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Foto: Reprodução/Diocesecg.org
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A ampliação do período de vigência do Plano Diocesano de Pastoral, de três para seis anos, foi um dos principais avanços apresentados durante a 45ª Assembleia Diocesana da Diocese de Campina Grande.
A mudança, alinhada às novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, permitirá que o planejamento pastoral seja desenvolvido com mais tempo e alcance de forma mais eficaz as paróquias e foranias da diocese.
Para o coordenador diocesano de pastoral, Padre João Afonso, o novo modelo representa um importante ganho para a caminhada pastoral, uma vez que possibilita a execução de todas as etapas do plano, desde o estudo até a avaliação dos resultados.
“Antes sempre trabalhávamos com três anos. Agora foi vista a possibilidade de ampliar para seis anos, o que é muito positivo, porque dá tempo de estudar, planejar, implantar, viver e avaliar. É esse o caminho que deve ser feito em relação ao plano de pastoral.”
Segundo o sacerdote, a experiência dos últimos anos demonstrou que o prazo anterior era insuficiente para que o planejamento chegasse plenamente às comunidades.
“Para nós, enquanto coordenação de pastoral, ficou melhor porque temos um horizonte. Quando eram apenas três anos, tínhamos dificuldade de fazer todo esse processo de estudo, implantação e avaliação. Agora ficou mais tranquilo, porque temos tempo suficiente para fazer com que o plano chegue, inclusive, às paróquias e foranias da nossa diocese.”
Além da aprovação do novo plano, a Assembleia também foi marcada por momentos de formação e participação coletiva. A programação contou com uma assessoria conduzida pelo padre Elvis, que apresentou as novas diretrizes da Igreja no Brasil, e com uma série de trabalhos em grupo, metodologia que permitiu a construção conjunta das prioridades pastorais.
De acordo com Padre João Afonso, a dinâmica dos grupos é um dos pilares da Assembleia, pois favorece a escuta, o discernimento e a corresponsabilidade entre todos os membros da Igreja.
“Dentro do instrumento Assembleia, um dos elementos fundamentais é a escuta, a chamada escuta no Espírito. Procuramos discernir o que o Espírito diz à Igreja. Para isso, leigos, padres e todos os batizados têm espaço para ouvir e serem ouvidos, partilhando suas experiências e a realidade que vivem.”
O coordenador ressalta que a metodologia fortalece a participação de todos e faz com que as decisões sejam fruto do diálogo entre as diferentes realidades presentes na Diocese.
“Essa dinâmica dos grupos tem a característica de fazer a gente se conhecer e também se tornar conhecido. Consequentemente, conhecemos melhor as diversas realidades da Diocese. As pessoas livremente partilham, propõem, sugerem e, ao mesmo tempo, assumem responsabilidades. Isso fortalece o compromisso de todos com a caminhada pastoral.”
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