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Política
Foto: Esfera Brasil/Divulgação
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O banqueiro Daniel Vorcaro (foto) mudou sua segunda proposta de delação premiada e passou a tratar os pagamentos ao senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do Progressistas, como propina, de acordo com pessoas que acompanham as negociações.
Na primeira tentativa de delação, o dono do Banco Master disse apenas que bancou benesses a Nogueira, como viagens e festas, por sua “relação de amizade”.
Agora, segundo o ´Estadão´, Vorcaro passou a narrar os repasses como uma tentativa de cooptação do senador para defesa de seus interesses.

Foto: Pedro França/Agência Senado
Ciro Nogueira (foto) recebia do banqueiro uma mesada de R$ 300 mil, que pode ter chegado a R$ 500 mil, conforme a investigação.
Só recordando: Vorcaro chamou o parlamentar de “amigo de vida”.
*Notícia repercutida na coluna Aparte, edição desta quinta-feira, 11.06.26, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
Leia a edição completa:
Banqueiro ensaia ‘dedurar’ o presidente do PP
Edição anterior:
À espera da decisão das ´togas´
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