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Foto: ParaibaOnline
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A defesa do delegado Braz Morroni, preso na Operação Perfídia, solicitou à Justiça da Paraíba a conversão da prisão temporária em prisão domiciliar humanitária, alegando que ele foi diagnosticado com câncer de próstata.
O pedido foi apresentado durante a audiência de custódia, mas a Justiça negou a mudança imediata por entender que não foram apresentados laudos médicos atualizados que comprovassem um quadro atual de debilidade.
A magistrada também destacou que o exame realizado no dia da audiência não apontou problemas de saúde que justificassem a medida.
Morroni segue preso por 30 dias no Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa. A análise do mérito do pedido ficará a cargo da 2ª Vara de Garantias da Capital, após parecer do Ministério Público da Paraíba (MPPB).
O delegado é investigado por suposta participação em um esquema de desvio e revenda de drogas apreendidas, que, segundo a Polícia Civil, teria movimentado cerca de R$ 10 milhões.
*com informações adicionais do g1pb
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