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Política
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo
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Embora a desaprovação ao governo Lula (PT) ainda supere a aprovação, a imagem da gestão vem se recuperando aos poucos.
De acordo com o instituto Datafolha, o índice de brasileiros que veem o governo como ruim ou péssimo é de 38%, contra 32% que o avaliam como ótimo ou bom.
O percentual oscilou dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais, em relação ao levantamento anterior, divulgado no último sábado (16).
A parcela que considera a gestão positiva oscilou positivamente dois pontos percentuais, enquanto a negativa oscilou um ponto para baixo. Outros 28% classificam o governo como regular.
A diferença entre avaliação negativa e positiva vem encolhendo: era de 11 pontos no levantamento divulgado em abril (40% contra 29%), caiu para 9 pontos na edição divulgada na semana passada (39% a 30%) e chegou a 6 pontos neste sábado (38% a 32%).
Aprovação e desaprovação agora empatam em 48%. No levantamento anterior 45% aprovavam o trabalho do petista, e 51% o desaprovavam.
Nova pesquisa Datafolha: Lula consegue abrir grande vantagem sobre Flávio
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 139 municípios, em entrevistas presenciais realizadas na quarta (20) e na quinta-feira (21).
A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-07489/2026.
Esta foi a primeira rodada do instituto realizada integralmente após a revelação, pelo site Intercept Brasil, de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ), rival de Lula na disputa eleitoral, pediu dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Entre os que dizem conhecer o episódio, 64% avaliam que o senador agiu mal.
No cenário eleitoral, o presidente ampliou de 3 para 9 pontos a vantagem sobre o senador pelo PL do Rio na simulação de primeiro turno, marcando 40% ante 31% do adversário.
Há uma semana, Lula estava em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento: 38% a 35%.
No segundo turno, o então empate em 45% virou uma vantagem de 47% a 43% para o petista.
O pior momento da avaliação de Lula neste mandato ocorreu em fevereiro de 2025, quando o índice de ótimo ou bom caiu a 24%, em meio a crises sucessivas, incluindo a do Pix.
A avaliação negativa atingiu seu pico no mesmo mês (41%) e, desde então, oscilou entre 37% e 40%.
O último mês foi marcado por medidas do governo com apelo eleitoral, como o lançamento do Desenrola 2.0, a revogação da chamada “taxa das blusinhas” e uma medida provisória para conter o aumento do preço da gasolina.
A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000, uma das promessas da campanha de 2022, passou a vigorar no início deste ano.
* com informações de Laura Intrieri/folhapress
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