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Foto: ParaibaOnline
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As quedas continuam entre as principais causas de internação no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Rádio Caturité FM, o diretor-geral da unidade, Mateus Pedroso, explicou os riscos dos acidentes de altura e destacou a preocupação com os casos envolvendo idosos.
Ao comentar a recente queda de um elevador residencial, Mateus afirmou que esse tipo de ocorrência é considerado um trauma de alta energia, capaz de provocar fraturas complexas e lesões internas.
“Esses pacientes podem ter não só fraturas graves, mas também lesões em órgãos, como laceração no fígado”, explicou.
Segundo ele, embora o caso tenha deixado uma paciente tetraplégica, ainda existe possibilidade de melhora neurológica após os procedimentos cirúrgicos e redução do edema.
O diretor destacou que o hospital também recebe frequentemente vítimas de quedas em construções e acidentes de trabalho, principalmente pacientes mais jovens. Já entre os idosos, a maioria das ocorrências envolve quedas da própria altura, muitas vezes relacionadas à osteoporose.
“Muitas vezes o paciente não cai e quebra o fêmur. O fêmur quebra primeiro e ele cai”, ressaltou.
Mateus Pedroso explicou que a prioridade do hospital é realizar a cirurgia o mais rápido possível nos pacientes idosos para evitar perda muscular e agravamento do quadro clínico.
“Hoje nossa estratégia é operar cedo para que o paciente volte a sentar e andar o quanto antes”, afirmou.
Para agilizar esse processo, o Hospital de Trauma criou um núcleo de internação responsável por acompanhar exames e avaliações pré-operatórias, reduzindo o tempo de espera dos pacientes, principalmente os idosos, que representam grande parte da demanda da unidade.
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