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Foto: Reprodução/TVCB
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Ambulantes voltaram a ocupar as ruas de João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (13), em protesto contra o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que reorganizou o comércio na orla da capital paraibana.
A mobilização ocorreu na Avenida Epitácio Pessoa e acontece, segundo a categoria, após a proibição da comercialização na rua paralela à orla, que havia sido indicada como alternativa para a atuação dos trabalhadores.
Em entrevista à imprensa, o prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra (PSB), afirmou ter recebido a manifestação com surpresa e destacou que mantém diálogo aberto com os ambulantes.
“Recebo isso com muita estranheza, porque recebi a categoria na semana passada e mantenho um diálogo aberto e permanente com todos eles”, declarou.
O gestor reforçou que o município precisa cumprir o TAC firmado entre diferentes órgãos e instituições.
“Na orla, temos um TAC que precisamos seguir, e qualquer alteração nesse acordo precisa ser discutida com o Ministério Público. Não fui eu quem assinou esse TAC, não foi apenas o prefeito Cícero Lucena, foram diversos órgãos e setores envolvidos, inclusive alguns representantes da própria categoria. Então, se houver pedido de alteração, vamos sentar em uma mesa de diálogo sem problema nenhum”, afirmou.
Segundo Léo, tanto a Prefeitura quanto o Ministério Público já demonstraram disposição para discutir mudanças no acordo.
“O Ministério Público já se propôs a isso, a Prefeitura também está se propondo, só falta, por parte deles, a disposição para sentar e conversar. Agora, dessa forma, com barricadas e fechamento de vias públicas, isso nós não vamos admitir”, pontuou.
O prefeito ainda criticou a forma como parte das manifestações vem sendo conduzida e defendeu a busca pelo diálogo.
“O que nós queremos é resolver. Agora, se a imposição for tocar fogo todas as vezes, nós vamos deixar de receber esse tipo de manifestação em João Pessoa […] Repito: as portas estão abertas para quem quer discutir e resolver. Para quem quer fazer algazarra e trazer transtornos para a população, nós não vamos receber”, concluiu.
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