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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Gilberto Silva (PL-PB), cobrou, nesta sexta-feira (8), a responsabilização dos envolvidos no Caso Master.
A declaração ocorre após apurações da Polícia Federal (PF) apontarem que o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro-chefe da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro (PL), teria apresentado ao Senado uma proposta de emenda elaborada por assessores ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro para beneficiar o Banco Master.
Segundo a investigação, Ciro também teria recebido pagamentos mensais recorrentes e outras vantagens do banqueiro em troca de favorecimentos.
Questionado sobre o caso, Gilberto Silva defendeu punição para todos os envolvidos, independentemente de posicionamento político.
“O nosso posicionamento é o mesmo: quem errou que pague, possa ser quem for, seja de centro, de direita ou de esquerda”, afirmou.
O parlamentar citou integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros do governo federal e membros das Forças Armadas para reforçar a ideia de que pessoas ligadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm sido alvo das investigações.
“Até agora, nenhuma pessoa da direita foi envolvida nesse escândalo do Banco Master. Mas o ministro Alexandre de Moraes está numa situação mais complicada, segundo a Polícia Federal; o senhor ministro (Dias) Toffoli; o senhor ministro (Ricardo) Lewandowski; os aliados do governo Lula; o senhor Rui Costa, que fez um decreto e favoreceu o Banco Master; o próprio comandante do Exército também favoreceu, e a gente não sabe o que tem por trás; o próprio governo Lula, que recebeu o mafioso banqueiro várias vezes no Palácio do Planalto”, declarou.
Gilberto Silva ainda reforçou o discurso de responsabilização ampla no caso.
“Quem errou que pague, pode ser qualquer um”, concluiu.
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