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Foto: Ascom/Polícia Civil
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O homem que esteve com a idosa Milce Daniel Pessoa antes do desaparecimento foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil, que segue aguardando os resultados dos exames periciais para avançar na investigação do caso registrado em Bayeux, na Grande João Pessoa.
De acordo com o delegado Douglas García, o homem não é considerado suspeito e tem colaborado com as investigações, sendo ouvido por ter sido a última pessoa a ver a idosa antes do desaparecimento. O inquérito ainda trata o caso como desaparecimento, podendo ser reclassificado como morte natural ou homicídio a depender dos laudos da perícia.
Exames como necrópsia e análises toxicológicas foram solicitados para identificar a causa da morte e verificar a possibilidade de envenenamento ou violência. A polícia destacou que novas etapas da investigação dependem diretamente dessas provas técnicas.
Perícia aponta que idosa pode ter chegado com vida a área de mata em Bayeux
Antes da localização do corpo, a Polícia Civil já havia identificado divergências nos depoimentos do homem, especialmente em relação aos horários informados sobre o trajeto entre o hospital e a área de mata onde a idosa foi encontrada.
O percurso chegou a ser refeito e, segundo a investigação, os horários apresentados não seriam compatíveis.
Durante perícia no carro do homem, foram encontrados fios de cabelo e um tecido semelhante à roupa usada pela vítima, materiais que foram recolhidos para análise. A residência dele também passou por perícia.
Milce, de 72 anos, estava desaparecida desde o dia 22 de abril, após sair de um hospital acompanhada do amigo. O corpo foi encontrado após sete dias de buscas, que contaram com apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e cães farejadores. Até o momento, não há definição oficial sobre a causa da morte.
*com informações adicionais do g1pb
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