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Política
Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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A presidente estadual do PT, Cida Ramos, afirmou, nesta quarta-feira (22), que a participação do partido no governo e nas articulações políticas na Paraíba está ligada ao compromisso social, e não a negociações por espaços.
A declaração ocorre após a legenda receber críticas por pleitear e sair vitoriosa na disputa interna pela indicação de um nome para a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano.
Segundo Cida, o objetivo do PT-PB no comando da pasta é ampliar políticas públicas e fortalecer ações voltadas à população mais vulnerável.
“O que nós queremos é dar continuidade e ampliar as ações, programas e serviços. O que a gente quer é contribuir para que a Paraíba possa transformar a vida das pessoas, fazendo com que o orçamento priorize quem mais precisa”, afirmou.
Cida Ramos rechaçou as críticas de que a participação petista no governo seja resultado de barganha política.
“Não existe moeda de troca. Quando é alguém que tem compromisso com o povo paraibano, dizem que é moeda de troca. Quando é qualquer outro partido ou parlamentar, é natural: ninguém cobra, ninguém discute, ninguém sabe que o parlamentar ocupou este ou aquele espaço”, rebateu.
PT à disposição para vaga de vice de Lucas
Questionada sobre a composição da chapa majoritária, Cida enfatizou que o partido pretende disputar a vaga de vice no projeto de reeleição do governador Lucas Ribeiro (Progressistas).
“O partido postula e tem todas as condições de ter a vice e cumprir todos os requisitos. Uma candidatura do PT cresce, dá vida, leva à mobilização e empolga as pessoas. Então, nós queremos contribuir, e a vice é um espaço para o qual tenho certeza de que o PT está pronto e preparado”, declarou.
A dirigente ressaltou que ainda não há definição de nomes, mas confirmou que o debate interno será iniciado.
“O partido tem nomes, e vamos iniciar o processo de discussão interna para definir quais serão colocados à disposição de Lucas”, disse.
Alinhamento nacional e cenário local
Sobre a aliança com o governador Lucas, que compõe a federação União Progressista e pode lançar a vice de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República, Cida afirmou que não há incoerência política, destacando que cada estado possui suas particularidades na formação das alianças.
“O PT, o PSB e o PCdoB, partidos das forças progressistas, têm unidade nacional. Cada estado, cada região tem uma realidade, e grande parte desses partidos está apoiando o presidente Lula. Não vamos obrigar Lucas a votar em outro que não seja o presidente Lula; ele, inclusive, já declarou esse apoio”, concluiu.
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