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Foto: Quel Valentim/Secom-JP
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A líder dos ambulantes de João Pessoa, Márcia Medeiros, rebateu, nesta quinta-feira (16), as declarações do secretário de Desenvolvimento Urbano, Marmuthe Cavalcanti, que apontou descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) por parte da categoria.
Segundo Márcia, houve diálogo prévio com o poder público, mas sem formalização oficial das decisões.
“Nessas reuniões foram pedidos para a gente o socioeconômico dessas famílias e foi apresentada as condições de vida que essas pessoas enfrentam. Então, foi permitido que essas pessoas pudessem trabalhar, que havia orientação até que houvesse um novo cadastramento, só que tudo isso foi dito de boca, não ficou em documento”, afirmou.
A representante criticou o que considera uma responsabilização indevida dos trabalhadores mais vulneráveis.
“Olhar a pessoa mais frágil do processo e querer colocar como se ela tivesse descumprindo o TAC, que são os ambulantes e a representante deles, eu acho que não é legal. Eu estou aqui para enfrentar qualquer dificuldade, porque nós trabalhamos com a verdade”, declarou.
Márcia Medeiros também cobrou a reavaliação dos termos do acordo firmado.
“Tem que ser colocado em discussão os ajustes que a gente mandou. Nós mandamos 14 observações sobre o TAC e há um aditivo sobre um novo cadastramento com edital modificado”, pontuou.
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