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Foto: Ascom
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O projeto Viva Usina traz em abril uma programação plural que transita entre artes cênicas, literatura, dança, música, audiovisual, além da tradicional feira de economia criativa. As atividades acontecem entre os dias 17 e 19 na Usina Cultural Energisa e são inteiramente gratuitas.
Em sua quarta edição e com atrações distribuídas em diferentes espaços do equipamento de cultura, o Viva Usina movimenta a cena cultural paraibana, com o estímulo permanente a novas propostas criativas e formação de público.
O Viva Usina 2026 é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura, com produção da Atua Comunicação Criativa, apoio do Instituto Energisa, patrocínio do Grupo Energisa e realização do Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro.
Sexta é dia de teatro
O final de semana começa na sexta, 17, com a performance ‘Payaso Mantecoso’, às 15h, na Sala Vladimir Carvalho. A atração reúne intervenções artísticas com pernas de pau, música, malabares e globoflexia, ocupando o espaço com ludicidade e interação.
No Palco Bonde, às 20h, é a vez da literatura paraibana com o lançamento de dois novos livros. A obra de Anna Apolinário, intitulada ‘Beijos de Abracadabra – Poemas Automáticos Bilingues’, convida a atravessar um portal de palavras onde o erotismo, o misticismo e o surrealismo se fundem em versos potentes. O lançamento terá recital de poemas, roda de conversa e sessão de autógrafos e contará com a mediação da escritora Aline Cardoso.
Com ‘Minha Cumadi Fulozinha’, o escritor, pesquisador e produtor cultural Givanildo Manoel da Silva (Giva) revisita o imaginário popular nordestino a partir das encantarias, da tradição oral e das memórias afro-indígenas.
O coletivo Porta Adentro encerra a programação de sexta com o espetáculo teatral ‘A Ver Só’, às 21h, na Sala Vladimir Carvalho. A montagem propõe uma imersão sensível e poética nas camadas do “eu”, em diálogo com questões coletivas e político-sociais, a partir das correspondências e poesias de Anayde Beiriz. Em cena, o espetáculo reflete sobre o amor, a liberdade e os limites do sentir, convidando o público a um exercício de entrega e escuta íntima.
“Ao revisitar a memória de Anayde Beiriz, o espetáculo também reivindica justiça simbólica, reafirmando a sua importância para a arte paraibana e para a luta histórica das mulheres por voz, dignidade e existência”, afirma Flávia Paiva, atriz e produtora cultural.
Sábado tem show na Tenda da Música
No sábado (18), a música paraibana está no centro da programação do Viva Usina. Às 19h, o grupo instrumental Parahyba Ska Jazz faz show na Tenda da Música. Há mais de uma década, o grupo instrumental faz uma mistura única de influências da música jamaicana, com pegadas de groove, ska, reggae, rocksteady e jazz. O resultado é um som cheio de energia e vibração que contagia o público durante seus shows.
No Palco Bonde, a Paralelo Cia de Dança apresenta o ‘Experimento Pina’, às 21h. A performance investiga a construção da identidade artística nordestina a partir de referências da coreógrafa alemã Pina Bausch, tensionando questões de influência, pertencimento e representação.
Na sequência, às 22h, a cantora paraibana Flau Flau sobe ao palco da Sala Vladimir Carvalho com o show ‘Íntimo Oriental’, marcando o lançamento de seu álbum de estreia. O trabalho propõe uma sonoridade que mistura rock, pop e psicodelia, abordando temas como identidade, liberdade e afetividade, além de reforçar a representatividade e a diversidade na cena musical contemporânea.
Domingos na Usina
Encerrando a programação de abril, o ‘Domingos na Usina’ valoriza atrações culturais para o público infantojuvenil e suas famílias. Às 16h, o Palco Bonde recebe a oficina ‘Brincando de Teatro’, realizada pela Companhia Abra-te Sésamo e que convida o público infantil a mergulhar no universo das artes cênicas por meio de jogos teatrais, brincadeiras criativas e atividades de expressão corporal. Em seguida, às 17h, a Trupe Arlequin apresenta o espetáculo circense “Xulé À La Carte”, combinando humor e técnicas do circo tradicional.
À noite, às 19h, tem Mostra de Cinema na Sala Vladimir Carvalho com o curta de ficção ‘Pantera dos Olhos Dormentes’, dirigido por Cristall Hannah e Ingsson Vasconcelos, e o documentário ‘A Pedra do Reino e o Sertão de Dom Pantero’, de Manuel Dantas Vilar.
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