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Foto: Ascom/Sintab
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Cansados de perseguição e assédio moral, os servidores municipais de Matinhas realizaram, junto com o Sintab, uma grande Assembleia Geral na terça-feira (17).
O ato ocorreu em frente à prefeitura e culminou na ocupação pacífica do prédio, exigindo diálogo e o fim das práticas autoritárias da gestão do prefeito Benedito Braz.
A mobilização contou com a presença e apoio da vice-prefeita Marizete Vieira, reforçando a legitimidade das reivindicações.
O Sintab protocolou novamente o pedido de audiência com o gestor. Caso a prefeitura siga se negando a dialogar, novos movimentos serão convocados.
Entre as pautas cobradas pelos servidores estão:
– Construção do PCCR do Magistério
– Reajuste salarial dos professores
– Insalubridade para profissionais de Serviços Gerais
– Indicação no Conselho do Fundeb e da Saúde
– Data-base para os profissionais da saúde
Franklyn Ikaz, presidente do Sintab, cobrou do gestor municipal a garantia de direitos dos servidores.
“Se o senhor estava acostumado à época que não tinha ninguém para cobrar, agora tem! Esses servidores têm representação! Esses servidores têm um sindicato, e esse sindicato só irá parar de ocupar as ruas quando o senhor pagar o que está devendo”, declarou.
Ciente do histórico de perseguição e transferência de servidores, o vice-presidente do Sintab, Napoleão Maracajá, alertou a gestão.
“Se sofrerem represálias, assédios, cobranças ou ameaça no trabalho, os servidores devem procurar o Sintab imediatamente”, informou.
Ele também denunciou um gasto alarmante: “A Prefeitura de Matinhas gasta R$ 11 mil por dia com gasolina. Por dia! Isso precisa ser investigado.”
*Com informações da Ascom/Sintab
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