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Saúde e Bem-estar
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo
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No programa Conexão Caturité, a médica geriatra Ana Luiza Figueiroa destacou, no quadro Vida Plena, a importância do sono para a saúde da pessoa idosa e fez um alerta sobre os riscos da insônia na terceira idade.
Segundo a especialista, é comum que, com o avanço da idade, a estrutura do sono sofra alterações.
O idoso tende a dormir menos, acordar mais cedo e ter redução do sono profundo, o que pode gerar sensação de cansaço mesmo após uma noite inteira na cama. No entanto, ela reforçou que a insônia não deve ser normalizada.
A médica explicou que noites mal dormidas podem aumentar o risco de depressão, quedas, AVC, problemas de memória e prejuízos no pensamento, impactando diretamente a qualidade de vida. Condições como dores crônicas, depressão, doenças neurológicas, incontinência urinária e apneia do sono também podem contribuir para a dificuldade em dormir.
Outro ponto de alerta foi o uso indiscriminado de medicamentos para dormir. Ana Luiza chamou atenção para os perigos da automedicação, destacando que sedativos e hipnóticos, quando usados sem orientação médica, podem provocar quedas, confusão mental e até quadros de demência.
Ela orientou que, antes de recorrer a medicamentos, o idoso adote medidas simples, como manter horários regulares para dormir e acordar, evitar cochilos durante o dia, praticar atividade física, reduzir o consumo de cafeína e álcool, evitar telas antes de dormir e manter o quarto escuro, silencioso e confortável.
A geriatra reforçou que dormir bem é fundamental para preservar a saúde física e mental e recomendou que, caso as medidas não sejam suficientes, o idoso procure avaliação médica para tratamento adequado.
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