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Foto: ParaibaOnline
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O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (União Brasil), comentou, nesta quarta-feira (25), as articulações em torno de uma eventual filiação ao Partido Liberal (PL) para a disputa eleitoral de outubro.
Apesar de aliados terem confirmado o avanço das tratativas com a legenda, o senador afirmou que, neste momento, não há definição sobre mudança partidária.
“O que temos de confirmado é a presença do pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, no lançamento da minha pré-candidatura ao Governo e o tema de filiação recebi com muita alegria do PL […] e essa definição acontece até o dia 22 de março, levando em consideração também a definição da federação”, ponderou.
Efraim voltou a condicionar qualquer migração partidária à definição do comando da Federação União Progressistas na Paraíba e destacou que a decisão precisa ser construída nacionalmente.
“É uma construção que está sendo feita. Eu lidero o União Brasil no Senado Federal. Então, tenho que ter responsabilidade com os espaços que ocupamos. Tenho feito essas conversas com o presidente da legenda Antônio Rueda e o vice-presidente ACM Neto”, pontuou.
Mesmo sem a definição partidária, o pré-candidato projetou crescimento de sua campanha e fez críticas à estrutura política dos seus adversários.
“Eu acredito sim. As pesquisas têm demonstrado que nossa campanha está numa crescente, independente de não termos a máquina de contracheques do governo do estado e da prefeitura da capital. É um absurdo o que tem sido feito com o nosso dinheiro público”, declarou.
O senador acrescentou que a motivação para disputar o Governo da Paraíba vai além de um projeto pessoal.
“Eu, como senador, não precisaria nem ser candidato. Eu estou sendo candidato porque eu amo a minha Paraíba, porque eu quero ser uma alternativa a ela, porque eu quero dar uma opção para as famílias paraibanas que têm uma linha e uma agenda pró-vida, essa agenda que eu vou levar a toda Paraíba e é isso que eu acredito”, reforçou.
Efraim voltou a criticar a atuação de adversários políticos no atual cenário pré-eleitoral.
“Deixa o palanque dos políticos do lado de lá, indo atrás de contracheque, achando que a cooptação para vender o povo é comboiada. Ainda estão olhando para o passado. Eu prefiro ter do meu lado o palanque do povo”, acrescentou.
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