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Foto: ParaibaOnline/Arquivo
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*Vídeo: ParaibaOnline
O vereador Anderson Pila, líder da oposição na Câmara Municipal de Campina Grande, afirmou durante abertura do ano legislativo, nesta terça-feira (24), que a saúde pública deve ser a principal prioridade do Legislativo em 2026 e voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a aplicação dos recursos na área.
Durante entrevista, o parlamentar destacou que a população tem cobrado respostas mais efetivas da Casa Legislativa, especialmente diante de problemas recorrentes no sistema de saúde do município.
O vereador também mencionou denúncias relacionadas a atrasos salariais e dificuldades enfrentadas por servidores, classificando a situação como séria. Segundo ele, a população precisa de respostas concretas.
“Falta pagamento de salário, há comissões e outras situações que são muito sérias. O povo de Campina necessita de uma resposta”, afirmou.
Questionado sobre o fato de 2026 ser um ano eleitoral e como a Câmara deve se posicionar para evitar que o plenário se transforme em palco político, Anderson Pila foi enfático ao defender o papel institucional do Legislativo.
“Não adianta vir com discurso de que a Casa Legislativa não é para fazer política. Política pública que atinja a população nos seus benefícios é o nosso papel. O que não pode é muita fala e pouca ação. A fala aqui tem que ser concluída no exercício pleno do que é defender o interesse do povo”, ressaltou.
Para o líder da oposição, o foco deve estar na fiscalização e na cobrança por melhorias nos serviços públicos, para que a população sinta, na prática, os resultados da gestão municipal.
Anderson Pila reafirmou que continuará lutando pela abertura de uma CPI da Saúde, com o objetivo de garantir transparência na aplicação dos recursos públicos.
“Claro que vou continuar lutando. É necessário. A transparência do recurso público é necessária. Há suspeita de desvio de finalidade e o dinheiro chega dos recursos da saúde, mas a gente não vê chegando ao ponto final. Isso precisa ser esclarecido é a única forma do Parlamento fazer isso é com a CPI”, concluiu.
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