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*Vídeo: ParaibaOnline
O diretor da Cagepa Borborema, Lucílio Vieira, concedeu entrevista à Rádio Caturité FM nesta quinta-feira (19) e detalhou a situação do abastecimento de água em Campina Grande, destacando que a intermitência no fornecimento é comum em cidades que possuem sistemas complexos.
Segundo Lucílio, é preciso diferenciar a falta de água causada por insuficiência estrutural de situações pontuais geradas por fatores técnicos.
“Na realidade, a intermitência de abastecimento é comum em qualquer cidade que tenha um sistema de abastecimento complexo, como é o de Campina Grande. A gente tem que diferenciar muito bem o que vem a ser uma falta de água por falta de um sistema de abastecimento que possa comportar a cidade ou a localidade de intermitências que são geradas em virtude de questões topográficas, vazamentos ou ações de expansão do sistema.”
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O diretor explicou que Campina Grande possui um sistema de abastecimento antigo, que vem passando por melhorias e ampliações ao longo dos anos para atender principalmente áreas periféricas em expansão.
“Campina Grande possui um sistema de abastecimento já antigo, e a Cagepa tem feito ao longo dos anos vários serviços de expansão desse sistema para poder dotar aquelas áreas, principalmente as áreas mais periféricas, de uma condição de abastecimento contínuo.”
De acordo com ele, as reclamações atuais estão concentradas principalmente nas áreas rurais. No entanto, a companhia já iniciou intervenções para resolver os problemas.
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Lucílio destacou que foi instalado um novo sistema de bombeamento na região do Sítio Capim Grande e adjacências, incluindo a área da Rua Nossa Senhora da Penha, que era alvo frequente de reclamações, na zona rural de Campina.
“Nós conseguimos, na semana passada, instalar um sistema de bombeamento e, antes de vir para a entrevista, procurei saber e, graças a Deus, toda aquela área já está com seu abastecimento normalizado, principalmente ali na Rua Nossa Senhora da Penha, que era uma área que o pessoal reclamava muito.”
O diretor também explicou que, em alguns bairros como Alto Branco e Palmeira, é necessária a redução da pressão da água durante a noite para evitar rompimentos na tubulação.
“Há necessidade de a gente fazer a diminuição da pressão que leva a água para o Alto Branco e para a Palmeira no período noturno, justamente para impedir rompimentos quando essa tubulação está plena, quando há diminuição do consumo.”
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