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Política
Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE
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A maioria dos brasileiros confia na segurança das urnas eletrônicas, mas o país segue dividido.
Um novo levantamento da Genial/Quaest detalha como está a percepção da população sobre o sistema de votação às vésperas de mais um ciclo eleitoral.
Quando deparados com a frase: “As urnas eletrônicas são confiáveis”, 53% dos brasileiros concordam com a afirmação.
Outros 43% discordam dela, enquanto 1% não concorda, nem discorda. Sobram ainda 3% que não sabem ou não respondem à pergunta.
Os dados são de uma pesquisa feita pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos, que fez 2.004 entrevistas e tem margem de erro de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O público-alvo foi de brasileiros com 16 anos ou mais.
A região que mais demonstrou confiança nas urnas foi a Nordeste, com 59% das pessoas que concordam com a afirmação apresentada e 37% que discordam.
No Sudeste, 54% demonstraram confiança, contra 42% que discordaram. No Sul, houve empate, com 48% para cada lado.
Já no Centro-Oeste, 48% acreditam que as urnas são confiáveis, contra 48% que discordam.
Dos que concordam com a confiabilidade do sistema de votação, 75% votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 26%, no então candidato Jair Bolsonaro; e 59% votaram branco, nulo ou não foram votar.
Dos que discordam da confiabilidade, 22% votaram em Lula; 69% em Bolsonaro; e 38% fizeram votos branco, nulo ou não foram votar.
Quando a amostra é analisada por faixa etária, a que mais concorda com a afirmação de que as urnas são confiáveis é a de 16 a 34 anos, com 57% contra 40%.
Na faixa de 35 a 59 anos, a proporção foi de 50%, para os que concordam, e de 47% para os que discordam.
Já entre os entrevistados de 60 anos ou mais, a proporção dos que concordam com a confiabilidade das urnas volta a subir, com 53% contra 38%.
Na faixa de renda de até dois salários mínimos, houve 55% de demonstração de confiança, contra 40% que discordam.
Entre dois e cinco salários, a proporção muda para 52% a 44%. Acima de cinco salários mínimos, a divisão foi parecida, com 52% contra 45%.
A pesquisa foi feita no formato de coleta domiciliar, realizada por meio de entrevistas face a face por meio de questionários estruturados.
*Com informações Conteúdo Estadão
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