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*Vídeo: ParaibaOnline
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Agreste da Borborema (Sintab), Franklyn Barbosa, concedeu entrevista à Rádio Caturité FM e denunciou a situação salarial de diversas categorias do serviço público municipal de Campina Grande, apontando defasagens históricas, perdas acumuladas e o risco de novas mobilizações caso não haja avanços nas negociações.
Segundo Franklyn, os vigias municipais enfrentam uma das situações mais graves, com o adicional de risco de vida congelado há mais de três décadas.“Com relação aos vigias, eles estão com o risco de vida desatualizado há 34 anos. Esse ano completa 34 anos que esse valor está congelado em apenas 92 reais. O prefeito tinha se comprometido que iria resolver isso, que iria atualizar, e até agora não o fez”, afirmou.
O presidente do Sintab também criticou o fato de que Campina Grande não paga o salário mínimo como vencimento base, o que gera prejuízos diretos aos servidores que recebem nessa faixa salarial.
“Campina Grande não paga o salário mínimo no vencimento. Os servidores que ganham salário mínimo recebem um valor inferior como base, e isso impacta diretamente em toda a remuneração, porque férias, 13º e adicionais são calculados a partir do vencimento. Os servidores estão no prejuízo”, explicou.
Outro ponto destacado foi a situação dos servidores da saúde, que acumulam perdas salariais superiores a 30% nos últimos anos, sem reajustes com ganho real.
“Os servidores da saúde já acumulam mais de 30% de perdas ao longo dos últimos anos. O prefeito nunca concedeu um reajuste com ganho real para essa categoria”, criticou.
Diante desse cenário, Franklyn Barbosa afirmou que o sindicato espera uma mudança de postura da gestão municipal ainda este ano, com o anúncio de reajustes que evitem a radicalização do movimento sindical.
“A gente espera que esse ano seja diferente. Já deveria, inclusive, ter sido anunciado um reajuste para evitar que os servidores tenham que fazer greve. A gente não quer greve de nenhuma categoria, mas, se for preciso, isso será colocado em assembleia para os servidores decidirem”, concluiu.
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