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Turismo & Gastronomia
Foto: Paulo Pinto/abr/arquivo
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Se você é daqueles que não dispensa uma “redonda” no fim de semana, saiba que não está sozinho.
Em João Pessoa e Campina Grande, a cena das pizzarias ferve tanto quanto o forno a lenha ou elétrico, mas os números nacionais são de cair o queixo: o Brasil consome, em média, 1.700 pizzas por minuto.
Mas o que leva o brasileiro a ser tão apaixonado por essa massa? Entre curiosidades históricas e recordes de preço – como uma receita luxuosa que chega a custar R$ 60 mil -, a pizza se consolidou como o “prato oficial” da confraternização. Confira os detalhes dessa paixão nacional e o que está por trás de tanto sucesso.
É bem ressaltar: não é apenas impressão: o Brasil é, oficialmente, um dos maiores devotos da pizza no mundo.
Segundo a Associação das Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), o país produz a impressionante marca de 2,5 milhões de redondas por dia, o que corresponde a 1.700 por minuto.
No radar do delivery, os números são ainda mais vorazes: em 2025, a pizza foi o terceiro item mais pedido no iFood, com 92 milhões de pedidos.
Neste cenário de consumo recorde, Gabriel Concon, CEO da Pizza Prime – a maior rede brasileira do setor -, revela quatro segredos e curiosidades sobre o prato que conquistou o paladar nacional.
Embora civilizações antigas como egípcias, grega e romana tenham sido as primeiras a apreciarem massas feitas com água e farinha, a pizza como a conhecemos foi inventada em Nápoles.
“Historiadores descobriram que as pessoas de baixa renda que viviam na região colocavam fatias de tomate na massa e cobriam com queijo a fim de proporcionar para as famílias uma refeição barata e de fácil preparo”, conta Gabriel.
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Criada pelo chef Renato Viola, a pizza batizada de Louis XIII, é originária de Salermo, na Itália, e custa o equivalente a R$ 60 mil. Segundo Concon, o valor se dá por conta dos ingredientes que compõem a receita.
“É uma iguaria preparada com uma massa que leva 72 horas para ficar pronta e é coberta por insumos raros como Caviar Oscietra Royal Prestige, Caviar Clássico Kaspia Oscietra Royal, Caviar Beluga Cáspio, camarões vermelhos Acciaroli, camarões Squilla mantis, lagostas provenientes da Noruega, além de bebidas alcoólicas requintadas”, explica o executivo.
Há alguns anos, a NASA financiou uma impressora 3D que permitia que astronautas em missões de longa duração pudessem saborear pizzas e outros alimentos que substituíssem os alimentos desidratados.
“A impressora 3D tinha a capacidade de fazer uma pizza na metade do tempo que um pizzaiolo normal e foi chamada de Chef 3D, porém, o governo americano reduziu o financiamento do projeto Marte e a máquina acabou ficando na Terra para operar em festas e parques de diversões”, finaliza o CEO e fundador da Pizza Prime.
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De acordo com dados divulgados pelo iFood, a pizza foi a terceira categoria a receber mais pedidos na plataforma durante o ano de 2025. Para se ter uma ideia, a Pizza Prime, que detém mais de 80 unidades em 11 estados brasileiros e combina frota própria, motoboys terceirizados e serviços sob demanda, entrega, em média, mais de 200 mil pedidos por mês.
*com informações de Markable Comunicação
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