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Campina Grande - PB

Semas se reúne com Ministério Público e discute população LGBT em Campina Grande

07/04/2017 às 12:26

Fonte: Codecom/CG

Durante a tarde da quinta-feira (6) aconteceu uma reunião no Ministério Público do Estado da Paraíba, que contou com a presença de representantes da Secretaria de Assistência Social (Semas), UEPB e o promotor Antonio Barros Pontes.

Nesta primeira reunião foram acordadas questões acerca da realização de um diagnóstico sobre a população LGBT que se encontra em situação de vulnerabilidade social na cidade de Campina Grande.

Atualmente não existe dados estatísticos capazes de identificar esse público que se encontra em situação de risco.

Esse estudo foi inicialmente proposto pela Semas com a finalidade de ter dados concretos quanto ao público LGBT, para que possam ser formuladas políticas públicas capazes de amenizar possíveis situações degradantes por que passam, diminuindo assim as disparidades sociais existentes.

Foto: Codecom/CG

Também foi discutida a realização de uma reunião de cooperação com entidades que possam vir a colaborar com esse estudo. Dentre elas o MPPB e a Universidade Estadual da Paraíba, através do chefe de Gabinete da Reitoria, Ricardo Soares, que já se prontificou em colaborar com o estudo através dos departamentos de Geografia e Estatística, que poderão fornecer questionários sociais e dados estatísticos fundamentais para a realização do objetivo final.

A data e local dessa reunião serão definidos nos próximos encontros que ocorrerão também no Ministério Público.

Para a diretora de Proteção Social Básica da Semas, Joelma Martins, é fundamental a união de entidades para realização desse diagnóstico.

“Estamos provocando e juntando atores. É preciso conhecer como vive a população LGBT para que possam ser formuladas ações coletivas para a diminuição das desigualdades” comentou.

Já para o representante da UEPB, Ricardo Soares, é fundamental essa parceria com a Secretaria de Assistência Social de Campina Grande, pois a mesma permite gerar um banco de dados capaz de identificar problemas sociais vindos de um público que sofre preconceitos por parte da sociedade em geral.

“É importante gerar esse banco de dados, para que a partir desse levantamento tenhamos um panorama de como vive a população LGBT em Campina Grande e a partir daí ser possível formular soluções e traçar objetivos junto ao poder público”, finalizou.

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